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Ariana Grande move processo nos EUA contra invasores que vazaram 45 músicas

Ação na Justiça de Los Angeles busca identificar responsáveis por invadir dispositivos de produtores

Vanity Brasil

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Créditos/Reprodução Internet Vanity Brasil

A cantora Ariana Grande ingressou com uma ação judicial no Tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, contra invasores virtuais não identificados acusados de roubar e vazar 45 músicas inéditas de seu acervo. O processo legal abrange também o furto de fotografias e vídeos gravados durante sessões de estúdio.

De acordo com a equipe jurídica da artista, os cibercriminosos utilizaram esquemas de phishing e invasões diretas para acessar contas digitais e telefones celulares de produtores e fotógrafos que trabalham com a cantora. O material confidencial obtido era vendido por valores elevados.

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Conforme detalhado no documento oficial, a atuação do grupo se estendeu por anos. Em 2019, os invasores acessaram a conta do serviço Dropbox de um fotógrafo e, em 2020, invadiram o celular de um produtor para extrair demos e gravações não finalizadas. O volume principal do vazamento ocorreu em 2023, quando 45 faixas inéditas foram expostas, seguido por uma fraude em 2024 com o uso de um e-mail falso se passando por um colaborador para obter imagens adicionais.

A ação contra os réus não identificados (John Does) visa descobrir a identidade dos autores e conter o esquema ilícito. O procedimento judicial ocorre concomitantemente aos preparativos para o lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, intitulado “petal”, agendado para 31 de julho, e à realização da turnê “The Eternal Sunshine Tour”.

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