Entenda a polêmica em torno do brasão na mansão de Thiago Nigro e Maíra Cardi
Inscrição com o ano de 2022 em propriedade de R$ 45 milhões levantou questionamentos sobre a cronologia do casal, levando o...
Vanity Brasil|Do R7

Ao abrir as portas de sua nova e imponente mansão avaliada em R$ 45 milhões, o influenciador financeiro e empresário Thiago Nigro, amplamente conhecido como Primo Rico, acabou no epicentro de uma controvérsia nas redes sociais. Durante a exibição dos suntuosos cômodos da propriedade recém-adquirida ao lado da esposa, Maíra Cardi, um detalhe decorativo específico atraiu a atenção meticulosa do público: o brasão da família Cardi Nigro, amplamente distribuído pela residência.
A insígnia heráldica estampa as iniciais “CN” e traz grafada a numeração romana “MMXXII”, que corresponde ao ano de 2022. Ao contextualizar o significado das figuras e elementos talhados na peça, Thiago explicou a origem do marco temporal: “Foi quando a gente começou, eu e Maíra”, declarou ele na gravação.
A menção, no entanto, gerou estranhamento imediato entre os internautas devido ao descompasso com a cronologia pública de seus relacionamentos. O empresário anunciou o término de seu casamento com Camila Ferreira somente em 31 de janeiro de 2023 — ocasião na qual veiculou uma declaração afetuosa e emocionada, ressaltando o papel fundamental da ex-companheira em sua trajetória pessoal e profissional. O lapso cronológico sugerido pelo brasão fomentou intensas especulações acerca de um possível início precoce do romance com Maíra, ainda durante a vigência da união anterior.
Diante do burburinho, Thiago Nigro procurou esclarecer a situação em declaração concedida ao jornalista Léo Dias. O empresário alegou que não havia acompanhado a repercussão negativa e justificou que o registro de 2022 decorreu de uma falha durante o processo criativo, atribuindo o equívoco a uma ferramenta de automação. “A gente começou no começo de 2023, então no início do ano que vem fazemos 4 anos e arredondei. Pedi pra IA (Inteligência Artificial) fazer o brasão e acabei nem percebendo a gafe”, sustentou.
Apesar da tentativa de desfecho, a justificativa não convenceu os usuários nas plataformas digitais. Diversos seguidores ponderaram que a hipótese de distração digital se enfraquece pelo fato de o próprio influenciador ter reiterado oralmente a data no vídeo. “Erro de IA ou ato falho?”, indagou uma internauta, enquanto outro perfil destacou: “Se fosse só uma foto ok meter essa de IA, mas ele leu em voz alta o ano no vídeo”. O tom irônico prevaleceu nos comentários subsequentes, como o de um usuário que gracejou: “A IA: mas rapaz, sinceramente eu não tô acreditando num negócio desse”.














