Hailey Bieber rejeita incentivo ao consumo excessivo com a Rhode e enfrenta reação negativa nas redes sociais
Empresária defendeu filosofia da marca em conferência na Califórnia após expansão de acessórios
Vanity Brasil|Do R7

A modelo e empresária Hailey Bieber rejeitou que sua marca de beleza, a Rhode, estimule o consumo exagerado de produtos, durante participação em uma conferência realizada na Califórnia. Ao lado da cofundadora Lauren Ratner e da jornalista Ellie Austin, a fundadora defendeu a identidade da empresa e explicou que a filosofia do negócio prioriza entregar apenas uma versão considerada perfeita para cada item essencial do cotidiano.
Lançada em 2022 com uma proposta inicial enxuta de apenas três produtos básicos destinados a recriar seu estilo natural, a Rhode transformou-se em um grande sucesso no setor de cosméticos. Contudo, a expansão do catálogo comercial — que passou a incluir capinhas de celular adaptadas para carregar batons, estojos de plástico para adesivos de espinhas e pingentes decorativos — passou a atrair questionamentos devido ao volume de acessórios colocados no mercado.
Durante o evento em solo californiano, a modelo argumentou que sua prioridade criativa reside na construção de um empreendimento saudável, negando que a busca exclusiva pelo lucro financeiro guie suas decisões. Apesar disso, as falas da empresária repercutiram mal nas redes sociais assim que os registros audiovisuais do painel ganharam circulação pública.
Diversos internautas apontaram contradição entre o posicionamento anticonsumo manifestado por Hailey e o lançamento recente de itens considerados descartáveis. Somado a isso, o público utilizou as plataformas virtuais para criticar a rotina de deslocamentos da empresária em jatos privados.
No ano passado, a Elf Cosmetics concluiu a compra da Rhode Beauty em uma operação financeira estimada em US$ 1 bilhão. A partir dessa transação, Hailey Bieber passou a ocupar os cargos de Diretora de Criação e Chefe de Inovação da empresa, mantendo sob seu comando o direcionamento conceitual do negócio.















