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Virginia Fonseca registra 28 pedidos de marcas com nomes dos filhos no INPI

Estratégia visa proteção comercial e futuro financeiro dos herdeiros

Vanity Brasil

Vanity Brasil|Do R7

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Créditos: Imagem/Divulgação Judson Araújo

A influenciadora digital Virginia Fonseca protocolou 28 pedidos de registro de marcas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), utilizando os nomes de seus filhos com o cantor Zé Felipe. A iniciativa, que teve início em 2021, pouco tempo após o nascimento de Maria Alice, a primogênita do casal, integra uma estratégia empresarial com o objetivo de assegurar proteção comercial e exclusividade sobre o uso dos nomes em diversas áreas do mercado.

A movimentação de Virginia Fonseca reflete uma tendência crescente de personalidades que buscam proteger sua imagem e a de seus familiares no ambiente digital e comercial. Para a influenciadora, a medida se insere em um planejamento familiar mais amplo, visando resguardar o futuro financeiro das crianças e evitar que terceiros explorem indevidamente a identidade de seus filhos. Ela já havia esclarecido publicamente que todas as marcas registradas pertencem aos herdeiros e serão administradas por eles no futuro, conforme o plano estabelecido.


Entre os múltiplos registros solicitados, o nome de Maria Alice, a primeira filha do casal, destaca-se como o mais explorado comercialmente. Foram contabilizadas 14 solicitações de registro envolvendo seu nome, abrangendo segmentos variados como entretenimento, cosméticos, publicidade e produtos comerciais. Em contrapartida, o nome de Maria Flor, a segunda filha, teve apenas um pedido protocolado junto ao INPI, que, infelizmente, acabou sendo negado, mesmo após uma tentativa de recurso.

Curiosamente, o nome do caçula da família, José Leonardo, não figura diretamente entre os registros públicos de marcas encontrados individualmente. No entanto, o herdeiro é mencionado em projetos sociais ligados à família, como o “Instituto Marias e José”, o que indica uma proteção e envolvimento de seu nome em outras esferas. A amplitude dos pedidos demonstra a intenção de Virginia Fonseca em cobrir diversos nichos de mercado, desde produtos tangíveis até serviços e conteúdo de entretenimento.

A repercussão da estratégia nas redes sociais foi imediata, gerando um debate intenso e dividindo opiniões entre seguidores e internautas. Enquanto parte do público defendeu a atitude da influenciadora como uma forma legítima de proteção patrimonial e planejamento familiar, outros expressaram críticas ao percebido uso comercial dos nomes das crianças. A iniciativa de Virginia Fonseca, portanto, ilustra a complexidade da gestão de imagem e patrimônio em um cenário de forte exposição pública.

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