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Após ser tema de briga em ‘A Fazenda’, relembre a carreira de Lexa, filha de Darlin

Do hit ‘Posso Ser’ ao Carnaval, artista construiu trajetória no funk, acumulou parcerias e mantém sequência de lançamentos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lexa se tornou tópico de discussão em "A Fazenda 18" após uma briga envolvendo sua mãe, Darlin Ferrattry, e a atriz Giovanna Gold.
  • Antes da música, Lexa trabalhou em uma padaria e estudou Engenharia Civil, mas optou por seguir a carreira artística.
  • O sucesso de Lexa começou com a música "Posso Ser" em 2014, seguido por colaborações de destaque como "Sapequinha" e "Combatchy".
  • Além da música, Lexa tem forte ligação com o Carnaval, sendo rainha de bateria e criando seu próprio bloco carnavalesco.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A cantora Lexa é filha da empresária Darlin Ferrattry, de A Fazenda 8 Reprodução/Instagram/@lexa

Lexa acabou virando assunto dentro e fora de A Fazenda 18 após a discussão entre sua mãe, Darlin Ferrattry, e a atriz Giovanna Gold durante a dinâmica Aponta Peão, exibida na noite de segunda-feira (28).

No bate-boca, Giovanna chamou Darlin de “parasita de famoso” e afirmou que não conhecia Lexa. A empresária se irritou, precisou ser contida por outros participantes e passou mal após a confusão. A repercussão fez a própria cantora se manifestar nas redes sociais em defesa da mãe.

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Lexa afirmou que ninguém é obrigado a conhecê-la, mas rebateu a acusação feita contra Darlin. “Minha mãe deu muito duro comigo, passamos por coisas dificílimas juntas”, declarou. Segundo a artista, a mãe participou diretamente da construção de sua trajetória profissional.

A relação entre as duas, aliás, está ligada à carreira de Lexa desde muito antes da fama. Darlin é empresária da filha e acompanhou de perto sua entrada no mercado musical.

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De padeira e universitária à música

Nascida em 22 de fevereiro de 1995, Lexa se chama Léa Cristina Araújo da Fonseca. O nome artístico surgiu ainda na infância. Darlin, fã de Xuxa, acrescentou um “x” ao nome da filha em referência à apresentadora e à música “Marquei um X”. O apelido acabou se transformando em sua identidade profissional.

Antes de viver da música, Lexa teve uma rotina bem diferente dos grandes palcos. Aos 16 anos, trabalhou em uma padaria. Ela também teve emprego como secretária. A cantora estudava e chegou a cursar um período de Engenharia Civil na UFRJ, além de ser aprovada em quinto lugar para Matemática na universidade, mas decidiu abandonar o caminho acadêmico naquele momento para investir no sonho artístico.

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“Posso Ser” abre caminho para o sucesso

A virada profissional começou na primeira metade da década de 2010. Lexa se apresentou de forma independente em bailes no Rio antes de ganhar projeção nacional. Em dezembro de 2014, lançou “Posso Ser”, faixa que se tornou seu primeiro grande sucesso.

No início de 2015, a música já tocava nas rádios e levou Lexa à sua primeira apresentação em um programa de televisão.

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Em setembro de 2015 veio o primeiro álbum, “Disponível”, com 13 faixas. “Para de Marra”, “Pior que Sinto Falta” e a própria “Posso Ser” ajudaram a ampliar a presença da artista no funk e no pop nacional. Naquele mesmo período, Lexa chegou a viajar aos Estados Unidos para trabalhar com o produtor Clinton Sparks, que já havia colaborado com nomes como Lady Gaga, Eminem e Kanye West.

“Sapequinha” muda o patamar

Outro ponto decisivo da trajetória veio em 2018. A parceria com MC Lan em “Sapequinha” se transformou em um dos trabalhos mais conhecidos de Lexa e reforçou sua imagem ligada a coreografias, funk dançante e grandes apresentações.

Anos depois, ao fazer as pazes com MC Lan após um período de afastamento, a própria Lexa afirmou que a canção havia “mudado nossas vidas pra melhor”.

Também em 2019, Lexa esteve em uma das colaborações mais conhecidas do pop-funk daquele período: “Combatchy”, ao lado de Anitta, Luísa Sonza e Rebecca. Outra parceria de destaque foi “Chama Ela”, com Pedro Sampaio.

Em setembro de 2020, Lexa lançou seu segundo álbum de estúdio, “LEXA”, com nove músicas, incluindo “Chama Ela”, “Quebrar Seu Coração”, com Luísa Sonza, e “Quase Lá”, com Sorriso Maroto. Uma versão deluxe chegou depois às plataformas.

Lexa também virou nome do Carnaval

Paralelamente à música, Lexa construiu uma forte ligação com o Carnaval. Em 2018, estreou à frente da bateria da Unidos de Bangu. Dois anos depois, passou a ocupar o posto de rainha da Unidos da Tijuca, no Grupo Especial do Rio, função que exerceu nos desfiles até 2024.

A artista também criou o Bloco da Lexa, que cresceu no Carnaval carioca e se tornou parte de sua agenda anual. Depois de não sair em 2025, o megabloco voltou às ruas em 2026.

No Carnaval deste ano, Lexa ainda estreou como madrinha de bateria da Dragões da Real, em São Paulo. A cantora completou 31 anos justamente durante o Desfile das Campeãs no Anhembi.

Retomada e novos lançamentos

Lexa reduziu temporariamente o ritmo de trabalho em 2025 após enfrentar um período difícil na vida pessoal. Ao voltar à música, lançou “É Arte”, parceria com MC Kevin o Chris, e afirmou que retomar o trabalho fazia parte de seu processo de recuperação.

Em 2026, continuou lançando faixas, entre elas “Amiga Com Amiga”, com MC GW e MC Carol, e “Lá No Bailão”, com DJ Matt D. Em 24 de setembro, participou de “Tamborim”, parceria com Aretuza Lovi.

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