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Mulher que processou Bob Dylan por abuso sexual abandona o caso

Defesa do músico diz que denunciante destruiu provas; crime teria acontecido na década de 1960

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Bob Dylan durante show na França, em 2012
Bob Dylan durante show na França, em 2012

Uma mulher que processou o cantor Bob Dylan por supostamente haver abusado sexualmente dela quando tinha 12 anos desistiu do caso depois que os advogados do artista a acusaram de destruir provas. Dylan, de 81 anos, sempre negou que tivesse cometido qualquer tipo de abuso.

Em agosto do ano passado, a demandante, cuja identidade não é conhecida, fez uma denúncia, alegando que Dylan tinha abusado dela por um período de seis semanas entre abril e maio de 1965. 


A denúncia diz que o cantor "explorou seu prestígio como músico" para fornecer "álcool e drogas e abusar sexualmente" da mulher, que era adolescente na época.

Na quarta-feira (27), a equipe jurídica de Dylan enviou uma carta ao tribunal federal em que acusa a denunciante de ter deletado mensagens de texto importantes e sugeriu que "sanções monetárias" eram necessárias. 


Na quinta-feira (28), a mesma equipe informou que a mulher havia desistido do caso. Os advogados dela não responderam imediatamente a um pedido de comentário da AFP. 

"O caso está encerrado", disse Orin Snyder, o principal advogado de Dylan.

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