Filme Os Dez Mandamentos comove pelo exemplo de laço familiar, diz budista
Edmundo Moreira é budista há 28 anos e gostou do filme sobre Moisés
Pop|Do R7

Há quase três décadas, Edmundo Moreira se converteu ao budismo de Nichiren Daishonin, que é praticado por cerca de 15 milhões de adeptos em 192 países. A BSGI (Brasil Soka Gakkai Internacional), organização dos budistas da linha Nichiren Daishonin no País, possui 200 mil associados em todos os Estados.
— Conheci o budismo quando passava por uma grande dificuldade familiar e financeira. É uma filosofia de vida muito forte e muito nobre, que tem como principal objetivo o crescimento e o desenvolvimento das pessoas.
Em 1997, quando tinha dez anos de budismo, Edmundo viajou até o Japão para estudar mais a religião, que tem como fundamentos a fé, a prática e estudo.
— A nossa organização Soka Gakkai Internacional luta pela paz, cultura e educação para todas as pessoas. Nosso objetivo é a felicidade de toda a humanidade, independentemente da religião.
Canal do Grupo Globo compra Os Dez Mandamentos
A convite do R7, Edmundo assistiu ao filme de Os Dez Mandamentos, que narra a luta de Moisés para livrar os hebreus da escravidão conforme a determinação de Deus. O filme já foi visto por mais de 7,6 milhões de espectadores nos cinemas de todo o País.
— O filme é muito bonito. Ele valoriza os laços familiares. Me comoveu bastante a cena em que o bebê Moisés é deixado no rio e a irmã o segue pela margem para ter certeza que ele ficará bem. Esse cuidado e carinho entre os membros da família está no filme todo. É uma lição importante para os dias de hoje.
Edmundo também gostou do personagem Arão, que é irmão de Moisés.
— Ele está ao lado do irmão em todos os desafios e obstáculos. O ator está muito bem no papel e passa muita emoção.
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