Brigitte Bardot brilhou mais como símbolo de uma geração do que como atriz
Ela era a representação da revolução feminina nos anos 50 e 60

Brigitte Bardot, que morreu aos 91 anos, ficou marcada na história do cinema mais como um símbolo de uma época do que pelo seu trabalho como atriz propriamente dito.
Ao lado de Jane Fonda e Catherine Deneuve, Bardot era a representação da revolução feminina nos anos 50 e 60. Ela era a cara da mulher moderna, independente, dona do próprio corpo e dos próprios desejos.
Essa persona foi criada pela participação em filmes como E Deus Criou a Mulher, A Luz do Desejo e A Verdade, entre outros.
Mas a carreira de atriz foi bem curta. Ela se aposentou em 1973, aos 39 anos, por estar cansada do cinema e da fama, e para defender a causa animal.
A saída precoce do cinema só serviu para ampliar essa aura desafiadora de Bardot no imaginário popular. E a vida dela fora das telas também contribuiu.
Bardot teve uma vida amorosa intensa acompanhada de perto pela imprensa. Ela casou quatro vezes e se relacionou com nomes como Warren Beatty e o ícone da música francesa Serge Gainsbourg.
Ela também contribuiu para colocar Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, no radar do mundo. Bardot ficou quatro meses no local 1964, quando a cidade não era mais do que uma vila de pescadores.
Hoje, Búzios é um dos maiores polos de turismo do Rio. A cidade agora tem a Orla Bardot e uma estátua em homenagem à atriz.
Adeus a Brigitte Bardot
Brigitte Anne-Marie Bardot, que morreu neste domingo (28) aos 91 anos, nasceu em 28 de setembro de 1934, em Paris. Filha de uma família tradicional, começou a estudar balé no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris ainda na adolescência e estampou a capa da revista Elle aos 15 anos
ROMANIA BARDOT/REUTERS
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