‘É o personagem que mais me preparei na vida’, afirma Dan Stulbach sobre papel em peça de Shakespeare
‘O Mercador de Veneza’ está em cartaz em São Paulo até 17 de maio; ator falou sobre carreira e cinema brasileiro em entrevista exclusiva à RECORD NEWS
R7 Teatro|Do R7, com RECORD NEWS
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A peça O Mercador de Veneza, obra clássica de William Shakespeare, está em cartaz em São Paulo até 17 de maio. E o ator Dan Stulbach, grande estrela do elenco, concedeu uma entrevista exclusiva à RECORD NEWS para falar sobre essa nova etapa da carreira.
Stulbach interpreta Shylock, um agiota judeu e o principal antagonista da obra. E, segundo o ator, esse foi o personagem para o qual ele mais se preparou. “Para encarar esse desafio, eu estudei muito e, dia após dia, eu vou tentando coisas novas, ajustando com a plateia”, contou.
Sobre as leis de incentivo à cultura, o ator pontuou que é “absolutamente legítimo” que tenha investimento no setor, uma vez que todos os países mais importantes do mundo fazem o mesmo. Stulbach explicou que, sem essas leis, as pessoas não conseguem montar um espetáculo ou fazer um filme.
“Cultura é tudo que a gente pensa, é a memória de um país e tudo que a gente pensa sobre, tudo isso é cultura, né? Defender, proteger e estimular a cultura é estimular a identidade de um país”, destacou.

Ele explicou ainda a importância da adaptação do texto de um autor renomado como Shakespeare para tornar a história mais acessível ao público. A peça conta com o apoio de vídeos e uma bateria durante o espetáculo. “Tudo em função da plateia. Que a plateia entenda, se envolva, ria, chore, tenha uma experiência de teatro”, disse.
Dan Stulbach também fez parte do elenco do filme Ainda Estou Aqui, de 2024, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, e ressaltou a importância do reconhecimento de profissionais brasileiros do cinema e do teatro ao redor do mundo.
“Uma das coisas mais emocionantes da indicação do Ainda Estou Aqui é saber que a cena que eu fiz com a Fernandinha [Fernanda Torres], com a direção do Walter [Salles], com todos os técnicos, com o pessoal da luz, brasileiros, tocou o mundo. Tocou o mundo. Na Índia, na Coreia, nos países mais distantes e que você possa imaginar que, às vezes, não têm nenhuma ligação com a nossa história, se emocionaram com a nossa história. Votaram nela como a melhor história do ano”, exclamou.
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