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Cachorro de 30 milhões de anos planejava emboscadas e escalava, diz estudo

Fóssil encontrado nos EUA revelou comportamentos inusitados dos parentes primitivos dos cães modernos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fóssil de 30 milhões de anos do Mesocyon coryphaeus foi encontrado no Oregon, EUA.
  • Estudos revelam que a espécie caçava por emboscada, semelhante a felinos modernos.
  • Esqueleto mostra membros curtos, robustos e articulações flexíveis, permitindo escalar.
  • Possuía dedão do pé, indicando que podia caminhar com o calcanhar no chão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ilustração mostra que o animal tinha tamanho semelhante ao de um coiote Divulgação/Kaori Chambers/University of Michigan

Um fóssil de cerca de 30 milhões de anos trouxe novas descobertas sobre o canídeo Mesocyon coryphaeus. O esqueleto foi encontrado em 1980 no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Após décadas de reconstrução e análises, pesquisadores chegaram ao corpo mais completo já descoberto dessa espécie.

Os ossos permitiram que os especialistas descobrissem comportamentos inusitados dos parentes primitivos dos cães modernos. Segundo o estudo, a espécie era um predador de emboscada, caçando mais como os felinos modernos do que como os cachorros que conhecemos hoje em dia.


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“O habitat em que o Mesocyon vivia possuía vegetação suficiente para que ele pudesse se esconder e se aproximar de suas potenciais presas. Embora maior do que os ancestrais dos cães, o Mesocyon era pequeno o suficiente para sobreviver alimentando-se de pequenos mamíferos, como os roedores e cervos-rato que viviam em sua vizinhança”, diz um trecho do estudo.

Outro ponto que chamou atenção é que o esqueleto tem tamanho semelhante ao de um coiote, mas com membros curtos e robustos e articulações flexíveis. O cotovelo no fóssil, por exemplo, mostra que o animal conseguia girar os antebraços, sendo capaz de agarrar e escalar.


A espécie também possuía dedão do pé, o que sugere que, pelo menos ocasionalmente, caminhava com o calcanhar no chão, em vez de na ponta dos pés, como os cães modernos.

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