Cadela que seria sacrificada vira símbolo de apoio emocional nos EUA
Resgatada no Novo México, Chloe agora atua ao lado da Patrulha de Fronteira em casos delicados
RPet|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

De uma lista de cãezinhos que seriam sacrificados para uma função inédita na segurança americana. A cadela Chloe se tornou o primeiro animal resgatado a se formar como cão de resposta a incidentes críticos da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos.
Chloe concluiu o treinamento em 15 de maio de 2026, na academia da corporação em El Paso, no Texas. No mesmo dia, recebeu o primeiro juramento oficial destinado a um cão dentro da Patrulha de Fronteira.
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Meses antes, o futuro dela era bem diferente. Chloe foi recolhida pela Deming County Humane Society, no Novo México, em 29 de janeiro, e entrou na lista de eutanásia menos de duas semanas depois.
A cadela foi retirada do local pela Animal Rescue League of El Paso em 10 de fevereiro. A fundadora da organização, Loretta Hyde, identificou o potencial do animal, que acabou selecionado para o programa de cães da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.
Após um curso de cinco semanas, Chloe passou a atuar ao lado do agente Miguel Carrillo, lotado em Baton Rouge, na Louisiana. Sua função é oferecer conforto e apoio emocional a agentes, funcionários e familiares em situações de crise, luto e operações de alto estresse.
O programa foi criado após o massacre na escola Robb Elementary, em Uvalde, no Texas, em maio de 2022, quando 21 pessoas morreram. A iniciativa busca reduzir estresse, ansiedade e efeitos de traumas sofridos por profissionais envolvidos em ocorrências graves.
Chloe já foi mobilizada após a morte do agente federal Drew Hanson, baleado em 13 de julho durante o cumprimento de um mandado de prisão em Alexandria, na Louisiana. Ela acompanhou Carrillo nas cerimônias e ajudou a oferecer apoio à família e aos colegas da vítima.
A cadela também visita hospitais, onde interage com pacientes em recuperação de doenças graves e pessoas sob cuidados paliativos. Segundo a Patrulha de Fronteira, basta Carrillo dar o comando para que Chloe se aproxime das pessoas e ajude a criar um ambiente de acolhimento e comunicação.
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