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Algo em comum com seu pet: humanos e cães envelhecem de forma parecida, aponta estudo

Sinais biológicos que ajudam os cientistas a entender o processo de envelhecimento das pessoas também aparecem nos pets

RPet|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Estudo do Dog Aging Project revela que sinais de envelhecimento em humanos também aparecem em cães.
  • Metabólitos, substâncias naturais do organismo, seguem padrões semelhantes em cães e pessoas, ligados à longevidade.
  • Cães são bons modelos de pesquisa por compartilharem hábitos e ambientes com seus tutores.
  • Resultados ressaltam o valor dos cães como modelo para estudar saúde e expectativa de vida a longo prazo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cães são bons modelos de pesquisa por compartilharem hábitos com seus tutores Pexels

Os sinais que ajudam os cientistas a entender como os humanos envelhecem também aparecem nos cães, segundo um estudo do Dog Aging Project publicado na revista The Journals of Gerontology. A descoberta reforça a ideia de que as duas espécies compartilham processos biológicos parecidos ao longo da vida.

A pesquisa identificou que substâncias produzidas naturalmente pelo organismo, chamadas metabólitos, seguem padrões semelhantes em cães e pessoas quando estão associadas à longevidade ou morte precoce.


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Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram amostras de sangue de cães de um projeto de acompanhamento de longo prazo nos Estados Unidos. O objetivo era encontrar sinais biológicos ligados à expectativa de vida dos animais e comparar com estudos já feitos em humanos.

Em vez de observar apenas uma molécula, os pesquisadores buscaram conjuntos de metabólitos que funcionam como uma espécie de “assinatura biológica” do organismo. Esses padrões apareceram de forma semelhante nas duas espécies.


Além da semelhança biológica, os cães também são considerados bons modelos para esse tipo de pesquisa porque costumam dividir hábitos e ambiente com seus tutores, como alimentação, rotina e nível de atividade física.

“As moléculas que representam risco para os cães ou que os protegem contra uma morte prematura são muito semelhantes às encontradas em humanos, demonstrando que compartilhamos características importantes da biologia do envelhecimento, o que é realmente interessante e gratificante”, disse Kate Creevy, diretora veterinária do Projeto de Envelhecimento Canino, em entrevista ao Phys.Org.


“Nossos resultados também destacam o valor dos cães de estimação como modelo para o estudo da saúde a longo prazo e da expectativa de vida.”

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