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Futuro parece ‘positivo’ para o cachorro encontrado vivendo em um cemitério histórico da Virgínia

Moradores locais forneceram comida e água para o cão e chamaram um grupo de resgate; animal está sendo preparado para adoção

RPet|Anthony Sabella, da WTKR, parceira da CNN Internacional

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um cachorro de rua foi encontrado vivendo em um cemitério histórico em Norfolk e foi resgatado para começar uma nova vida.
  • David Reitz, um morador local, alimentou o cachorro durante semanas antes de um grupo capturá-lo e levá-lo ao Norfolk Animal Care Center.
  • O cachorro, agora chamado Lucky, está passando por cuidados no centro e será levado para um resgate onde aprenderá a conviver com humanos.
  • Uma campanha chamada "A Second Chance for Lucky" arrecadou mais de US$ 2 mil para apoiar seus cuidados contínuos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Campanha "A Second Chance for Lucky" arrecadou mais de R$ 10 mil para ajudar nos cuidados do cão WTKR via CNN Newsource

Um cachorro de rua encontrado vivendo em um cemitério de Norfolk (EUA) está a caminho de um resgate para começar uma nova vida, segundo a News 3.

Algumas semanas atrás, o morador de Western Branch, David Reitz, diz que avistou o cachorro durante um passeio histórico no Cemitério Cedar Grove, em Norfolk. Não demorou muito para descobrir que o cachorro havia feito do cemitério o seu lar.

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Reitz voltou mais tarde com comida e água para o cachorro.

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“É aqui que eu colocava a comida e a água dele e, como você pode ver bem aqui, é por onde ele entrava”, disse Reitz, apontando para o mato adjacente aos túmulos no lado norte do cemitério. “Essa era a entrada para esta casa improvisada que ele criou.”

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Reitz conta à News 3 que ele e outras pessoas preocupadas com o bem-estar do cachorro descobriram que ele estava vivendo no cemitério desde meados de maio.

Ele disse que o cachorro era tímido, mas isso não impediu Reitz de retornar com comida e água todos os dias por cerca de uma semana e meia.

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Por fim, um grupo foi chamado para capturar o cachorro e levá-lo ao Norfolk Animal Care Center — um primeiro passo para tirá-lo das ruas. Nenhum microchip foi encontrado.

“Pelo fato de haver tantas pessoas ao lado dele agora, decidimos chamá-lo de Lucky”, disse Reitz. “(Ele não tinha) ninguém para amá-lo ou cuidar dele e eu senti que poderia ser essa pessoa.”

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Reitz diz que Lucky está vivendo no Animal Care Center há algumas semanas e, em seguida, irá para um resgate onde poderá aprender a conviver com humanos. A News 3 visitou o Norfolk Animal Care Center e foi informada de que Lucky estava sendo castrado antes de seguir para o resgate.

A CEO Alison Fechino diz que a história de Lucky é uma lição sobre o que fazer com animais de rua.

“Se você vir um animal de rua em sua comunidade, especialmente se for um cachorro, uma das primeiras coisas que deve fazer é garantir que é seguro se aproximar desse animal”, disse Fechino.

“Essas pessoas fizeram exatamente o que deveriam quando perceberam que Lucky não queria se aproximar deles, deixando comida, tentando criar um espaço seguro e, por fim, recorrendo a uma armadilha.”

Fechino diz que, na maioria dos casos, um cachorro encontrado provavelmente vive a um raio de 1,6 quilômetro de onde foi descoberto e que é mais fácil se a pessoa que o encontrou tentar localizar o dono.

Em outros casos, o aplicativo MyNorfolk da cidade acabou de adicionar um recurso em que você pode registrar uma solicitação no Norfolk Animal Care Center sobre um animal e inserir informações e uma foto.

Embora a história de Lucky seja única, sua circunstância não é. O Animal Care Center possui dezenas de canis com cachorros que precisam de um lar temporário ou definitivo. Eles estão sempre procurando voluntários para passar tempo com os animais.

No caso de Lucky, Reitz está arrecadando fundos para seus cuidados contínuos.

A campanha “A Second Chance for Lucky” arrecadou mais de US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, na cotação atual) até quarta-feira (14).

“Ele tem muito o que aprender antes de estar pronto para uma família, mas tem toda uma comunidade de pessoas tentando ajudá-lo a chegar lá”, disse Fechino.

Reitz — que diz que adotar Lucky seria difícil, pois já tem outro cachorro imunocomprometido — disse que planeja acompanhar tudo de perto durante o processo.

“Quero planejar visitá-lo o mais frequentemente possível para ver seu progresso”, disse Reitz.

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