Logo R7.com
RecordPlus
RPet
‌

Justiça decide que moradora não pode ficar com cachorro de suporte emocional no prédio

Vizinhos apresentaram provas de latidos excessivos, inclusive nos horários de descanso

RPet|Dr. Piterson GomesOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Justiça de Minas Gerais decide que moradora deve retirar cachorro de suporte emocional devido a latidos excessivos.
  • Provas como relatos, áudios e vídeos mostraram que os latidos ocorriam em horários de descanso, perturbando os vizinhos.
  • Moradora tem 30 dias para retirar o animal, sob pena de multa diária de R$ 200, limitada a R$ 3 mil.
  • O caso destaca a importância de equilibrar o direito ao suporte emocional com o sossego dos demais moradores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ter um animal de suporte emocional pode representar uma ajuda importante para determinada pessoa. Mas será que essa condição permite que o animal permaneça no condomínio, independentemente dos problemas causados aos vizinhos?

Essa discussão chegou à Justiça de Minas Gerais.

‌

Veja Também

A moradora sustentava a importância da cadela como suporte emocional. Do outro lado, porém, foram apresentados relatos, áudios e vídeos demonstrando latidos excessivos e recorrentes, inclusive em horários destinados ao descanso.

E aqui está o ponto principal: a discussão não era simplesmente sobre gostar ou não de cachorro. Existiam provas de que o comportamento do animal estava prejudicando o sossego dos demais moradores.

‌

A Justiça determinou que a cadela fosse retirada do condomínio no prazo de 30 dias, estabelecendo multa de R$ 200 por dia em caso de descumprimento, limitada a R$ 3 mil.

O caso traz uma lição importante: o direito de manter um animal dentro da unidade não é absoluto. Mesmo quando existe uma justificativa relacionada ao suporte emocional, é necessário compatibilizar essa necessidade com o direito dos demais moradores ao sossego.

‌

Isso também não significa que qualquer latido permita ao condomínio exigir a retirada de um cachorro. Animal late. Isso faz parte. O problema está no excesso, na frequência, nos horários e, principalmente, na existência de provas demonstrando uma perturbação efetiva.

Para o condomínio, fica novamente a importância de documentar. Reclamações formalizadas, vídeos, áudios, registros de horários, notificações e demais elementos podem fazer toda a diferença quando um conflito chega à Justiça.

‌

Suporte emocional merece respeito. Mas o sossego dos vizinhos também. Quando o excesso é comprovado e nenhuma solução funciona, até a permanência do animal pode acabar sendo discutida judicialmente.

Search Box

✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.