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Ansiedade de separação: como identificar e ajudar seu pet

Latidos excessivos, destruição e agitação podem ser sinais de que o pet não está lidando bem com a ausência do tutor

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A ansiedade de separação em pets é comum e pode se manifestar através de latidos excessivos e destruição de objetos.
  • Os sinais costumam aparecer quando o tutor se ausenta, e podem estar relacionados a mudanças na rotina ou apego excessivo.
  • Mudar a rotina e proporcionar mais atividades físicas e mentais ajudam a reduzir a ansiedade do animal.
  • Se os sintomas forem intensos, consultar um veterinário comportamentalista é recomendado para um tratamento adequado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Latidos, destruição e agitação podem ser sinais de ansiedade de separação em pets Pexels / Diana

Nem toda mudança de comportamento nos pets está ligada a tédio ou falta de treino. Quando os sinais aparecem, principalmente na ausência do tutor, o problema pode ser ansiedade de separação, um quadro comum em cães e gatos.

A condição acontece quando o animal fica sozinho em casa e acaba entrando em estado de estresse.


Como identificar os sinais

Os sinais costumam aparecer pouco antes ou logo depois da saída do tutor. Entre os comportamentos mais comuns estão:

  • Latidos, uivos ou miados excessivos
  • Destruição de objetos e móveis
  • Xixi ou cocô fora do lugar habitual
  • Agitação ao perceber a saída do tutor
  • Respiração ofegante e salivação
  • Tentativas de fuga

O que pode estar por trás disso?

Não existe uma única causa para a ansiedade de separação. O comportamento pode estar ligado a mudanças na rotina, adoção recente, apego excessivo ao tutor ou dificuldade de adaptação a momentos sem companhia desde filhote.


Além disso, pets com pouca atividade física e poucos estímulos mentais tendem a sentir mais dificuldade em lidar com períodos sozinhos.

O que ajuda no dia a dia

Algumas mudanças simples podem ajudar o pet a se sentir mais seguro:


  • Fazer saídas curtas e graduais
  • Evitar despedidas muito longas
  • Oferecer brinquedos e enriquecimento ambiental
  • Criar uma rotina mais previsível
  • Gastar energia antes de sair de casa

Broncas e punições não ajudam a resolver o problema e podem aumentar ainda mais o estresse do animal.

Quando procurar ajuda

Se os sinais forem muito frequentes ou intensos, o ideal é procurar orientação de um veterinário comportamentalista. Em alguns casos, o pet pode precisar de um acompanhamento específico para reduzir a ansiedade e melhorar a adaptação à rotina.


Ansiedade de separação não é “desobediência”. É dificuldade emocional do animal em lidar com a ausência do tutor.

Com ajustes consistentes na rotina, o comportamento tende a melhorar e o pet passa a encarar esses momentos com muito mais segurança.

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