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Pescador toca em peixe elétrico para testar choque e se surpreende; veja vídeo

Animal é capaz de produzir eletricidade por meio de órgãos especializados espalhados pelo corpo

Bichos|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um pescador chamado Jardel Araújo testou a descarga elétrica de um poraquê ao tocar no peixe, e o vídeo viralizou no Instagram com mais de 116 mil curtidas.
  • O poraquê, pertencente ao gênero Electrophorus, vive em rios de água doce e pode atingir até 2,5 metros de comprimento e pesar mais de 20 kg.
  • O peixe possui três órgãos que produzem eletricidade: o órgão principal, o órgão de Hunter e o órgão de Sachs, podendo gerar descargas de até 860 volts.
  • As descargas elétricas são usadas para caça, defesa e comunicação, variando em intensidade conforme a necessidade do poraquê.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vídeo já ultrapassa 116 mil curtidas Reprodução/Instagram/@vida_sem_roteiros

Um pescador decidiu descobrir na prática como é levar uma descarga elétrica de um poraquê — e a reação ao choque acabou chamando a atenção nas redes sociais.

Em um vídeo publicado no Instagram, Jardel Araújo, conhecido como @vida_sem_roteiros, aparece encostando a mão no peixe e, poucos instantes depois, reage ao impacto da descarga.

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O momento repercutiu entre os usuários da plataforma e já ultrapassa 116 mil curtidas. Além do abalo, a experiência registrada nas imagens também mostra uma das características mais curiosas do poraquê: o animal é capaz de produzir eletricidade por meio de órgãos especializados espalhados pelo corpo.

O animal pertence ao gênero Electrophorus e vive em rios e outros ambientes de água doce. Os animais, que podem chegar a aproximadamente 2,5 metros de comprimento e pesar mais de 20 kg, têm três órgãos responsáveis pela produção de eletricidade — o órgão principal, o órgão de Hunter e o órgão de Sachs.

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Choque pode chegar a 860 volts

A capacidade elétrica do poraquê é considerada uma das características mais impressionantes do animal. Registros científicos apontam que algumas descargas podem alcançar 860 volts. A intensidade, porém, não é fixa: o peixe pode emitir pulsos diferentes conforme a finalidade.

Em situações de caça, as descargas mais fortes podem provocar contrações musculares na presa, dificultando que ela escape. O mesmo mecanismo pode ser usado diante de uma ameaça.

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Já os pulsos de menor intensidade têm outras funções. Em ambientes com pouca visibilidade, por exemplo, ajudam o animal a obter informações sobre o que está ao redor. A eletricidade também participa da comunicação entre poraquês.

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