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Mitos antigos e ciência atual dos bambus

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Com centenas de espécies espalhadas mundo afora, o bambu é uma gramínea de grande versatilidade. No Brasil, conhecido como taquara ou taboca, destaca-se pelas diversas aplicações. Pixabay
Segundo a Embrapa, são cerca de 258 espécies distribuídas em 35 gêneros. Outras fontes apontam para 232 espécies nativas, muitas delas endêmicas. Parte significativa da biodiversidade de bambu no Brasil se concentra na Amazônia Sul-Ocidental. Pixabay
Isso se dá especialmente nos estados do Acre e Amazonas, onde ocorrem densos bambuzais do gênero Guadua. Pixabay
Esses bambus lenhosos podem atingir mais de 30 metros de altura, e desempenham papel ecológico importante, além de apresentarem grande potencial para uso material. Pixabay
Historicamente, o bambu já era usado há milênios por civilizações orientais para os mais variados fins: construção de habitações, móveis, utensílios, pontes, embarcações, instrumentos, cercas, drenagem, entre outros. Pixabay
Um dos resultados é a propagação de mudas por biorreatores, que permite multiplicar plantas com eficiência e em grande escala, importante para espécies nativas como as do gênero Guadua. Pixabay
Além disso, há incentivo institucional para que agricultores familiares adotem o cultivo de bambu, por meio da legislação conhecida como “Lei do Bambu”, que trata a planta como um produto agrícola e abre linhas de financiamento. Pixabay
Do ponto de vista ambiental, o bambu pode oferecer muitos serviços: suas raízes ajudam a estabilizar o solo, combater erosão e recuperar áreas degradadas. Ele também tem potencial de absorver carbono. Pixabay
No entanto, é importante escolher a espécie correta para maximizar esse efeito, o que nem sempre é tão simples como se afirma popularmente. Porém, há vários mitos e equívocos difundidos sobre o bambu. Pixabay
Um deles é a ideia de que plantios comerciais brasileiros seriam imunes a pragas e doenças - o que não é garantido. Outra crença popular afirma que a colheita ideal deve ocorrer em meses sem a letra “r” e na lua minguante. Pixabay
Também há mitos sobre métodos “naturais” de preservação, como imersão em água, cozimento no vapor ou uso de óleo de neem, que em estudos não se mostram eficazes a médio e longo prazo. Pixabay
Outro uso enganoso do termo “bambu” aparece na indústria têxtil: algumas marcas usam o rótulo “tecido de bambu”, mas o produto é na verdade rayon (viscose) derivado de bambu, produzido por meio de processos químicos e pouco sustentável. Pixabay

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