Entenda por que a poupança não acompanha o custo de vida e como isso impacta no seu bolso
Traduzindo o economês: rendimento da caderneta perde para a inflação e corrói o poder de compra
De acordo com um levantamento da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), cerca de 23% da população do país – o equivalente a cerca de 32 milhões de pessoas – ainda mantém dinheiro na poupança.
Os motivos mais frequentes são: busca por segurança e desconhecimento ou receio de opções de investimento mais rentáveis.
Porém, deixar recursos na poupança tem representado perda contínua do poder de compra, e é fácil entender o porquê.
O IPCA, índice oficial de inflação do país, mede exatamente isso: o quanto os preços de produtos e serviços sobem ao longo do tempo. Quando o seu dinheiro rende menos do que esse índice, ele não acompanha o aumento do custo de vida. Ou seja, mesmo com um saldo maior na conta, você consegue comprar menos do que antes.
A poupança pode oferecer segurança, mas não preserva o poder de compra diante da inflação. Por isso, é importante avaliar outras opções de renda fixa igualmente seguras, como Tesouro Selic, CDBs, LCIs e LCAs. Investir em conhecimento financeiro pode representar mais dinheiro no seu bolso.
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