Pata de camelo? Saiba tudo sobre o polêmico sapato tabi usado por Wagner Moura
Modelo difundido pela grife francesa Maison Margiela é inspirado em meias japonesas criadas no século 15
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para além da vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro 2026, o ator brasileiro chamou atenção na internet devido ao sapato que usou na premiação.
O item modelo tabi, que separa o dedão dos demais dedos na parte frontal do calçado, viralizou nas redes sociais, apelidado de “pata de camelo”. Mas de onde saiu o design irreverente que causou debate entre os fãs (e haters) do artista?

Visto pela primeira vez nas passarelas durante um desfile de Martin Margiela, em 1988, o bico repartido foi inspirado nas meias japonesas tabi, usadas pelos asiáticos desde o século XV.
Na época, o estilista pretendia criar um sapato com as caraterísticas da peça em que se baseou, como conforto e equilíbrio.
A missão de desenvolver um calçado tão diferente para o período, no entanto, não foi fácil, uma vez que nenhum sapateiro quis comprar a ideia de Margiela. Apenas na Itália o designer encontrou um artesão que se prontificou a dar vida ao sapato com a ponta bifurcada.
Assim, na coleção de primavera-verão 1989 da Maison Margiela, apresentada em Paris, o estilista finalmente conseguiu exibir a novidade para os consumidores.




Inicialmente, o tabi ficou restrito aos clientes mais fashionistas e excêntricos. Contudo, em 2023, um vídeo viral popularizou o modelo no TikTok, tornando o estilo uma febre.
Segundo o Lyst Index, um relatório que classifica as marcas e produtos mais desejados a cada trimestre, os sapatos tabi foram considerados uma das grandes tendências daquele ano. Você usaria?
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