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Cyndi Lauper diz que sentia vergonha de trabalhar em loja após fracasso de banda

Cantora admitiu que se escondia de outros artistas para não ser reconhecida no estabelecimento

Bang Showbiz

Bang Showbiz|Do R7

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Cyndi Lauper Faye Sadou/Avalon

Cyndi Lauper, 73, confessou que sentia vergonha de trabalhar como vendedora em uma loja de roupas após a dissolução de sua primeira banda, Blue Angel. Antes de chegar ao panteão do sucesso com hits como "Girls Just Want to Have Fun" e "Time After Time", a cantora admitiu que se escondia de outros músicos para não ser reconhecida no estabelecimento.

À revista People, Cyndi revelou detalhes de sua passagem pela Screaming Mimi's, boutique de roupas vintage comandada pela empresária Laura Wills. A estrela explicou que já era cliente da loja nos tempos em que integrava o grupo de rock, cuja trajetória terminou após o lançamento de um único álbum.

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"Eu costumava fazer compras lá quando estava no Blue Angel, minha primeira banda a gravar um disco. E adorava as roupas. Aí, quando o Blue Angel começou a ir por água abaixo e eu ficava apavorada só de pensar que tudo estava desmoronando, um amigo falou: 'Por que você não vai trabalhar na Screaming Mimi's? Você vai adorar as roupas. Vai amar o lugar. Vai adorar as pessoas'."

Apesar da hesitação inicial, Cyndi procurou Laura para saber se havia alguma oportunidade de trabalho e acabou sendo contratada.

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"Eles me contrataram! Pensando bem, talvez não tenha sido uma ideia tão boa, porque, quando aparecia algum artista conhecido na loja, eu me abaixava atrás do balcão para me esconder ou pegava minha bolsa e ficava andando de um lado para o outro, fingindo que era cliente. Assim que a pessoa ia embora, eu voltava a trabalhar como vendedora", brincou ela.

Depois de integrar o Blue Angel, Cyndi acreditava estar prestes a conquistar seu espaço na indústria musical. Por isso, via o emprego no comércio como um passo atrás em sua vida profissional.

"Eu tinha vergonha porque, quando estava no Blue Angel, saiu a primeira crítica sobre mim. É por isso que eu nunca deveria ler essas coisas. Pensei: 'Nossa, eles me ouviram cantar. Acham que sou uma ótima cantora. Meu Deus, estou chegando lá! Estou chegando lá!' E, quando você começa a pensar assim, nem passa pela sua cabeça que tudo pode acabar. Então, quando meus colegas apareciam na loja, era estranho. Eu tinha me sentido relevante e, de repente, já não era mais. Foi difícil para mim. Eu era novinha."

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