Logo R7.com
RecordPlus
R7 Entretenimento – Música, famosos, TV, cinema, séries e mais

Agente funerário percebe 1 detalhe em bebê e pais são presos

Bebê partiu aos três meses e a descoberta feita pelo agente funerário mudou tudo.

Bebê Mamãe

Bebê Mamãe|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Bebê Yago Lourenço Motanholi partiu e o agente funerário fez uma descoberta Reprodução: Arquivo Pessoal

Um bebê de somente três meses partiu em Andradas, Minas Gerais, e foi uma descoberta realizada pelo agente funerário que mudou completamente o rumo desta história. Os pais, Alexandre Montanholi, 23 anos, e Ana Carolina Lourenço Cândido, 19 anos, acionaram o SAMU de madrugada alegando que o filho não estava respirando.

Os socorristas levaram o bebê para o hospital municipal. O caso aconteceu em março de 2019. O médico que atendeu a criança tentou salvá-la, mas ela acabou partindo. O agente funerário Leandro Henrique Antonietto foi chamado para recolher o corpo e fazer os preparativos para o velório e enterro.


Porém, assim que Leandro se deparou com o bebê, ele percebeu uma coisa que mudou completamente o caso. Leandro inclusive se recusou a retirar o corpo, sem que uma nova avaliação fosse feita.

Na época, o agente funerário relatou: “Eu percebi que tinha alguma coisa errada. Tinha uns roxos perto da testa, um na cabeça, tinha uns roxos. Aí o hospital foi lá, constatou as lesões, os médicos olharam e encaminharam para o IML”.


O IML constatou que de fato o pequeno Yago Lourenço Montanholi partiu em decorrência de politraumatismo. Ele havia sofrido diversas agressões. O médico que atendeu o menino primeiramente no hospital, alegou que não havia percebido os hematomas durante o atendimento.

Diante das descobertas, os pais acabaram admitindo que tiraram a vida do pequeno Yago. A mãe afirmou que o pai agrediu o filho por cerca de duas horas porque ficou “estressado” pelo fato de o pequeno chorar em decorrência de cólicas. A mãe nada fez para impedir as agressões contra o filho.


Alguns dias após o crime, a Polícia Civil realizou a reconstituição da morte de Yago. De acordo com as investigações, o pai jogou o menino com tanta força no berço que o estrado de madeira quebrou. A reconstituição durou pouco mais de uma hora. O atestado de óbito do neném apontou como causa da morte o politraumatismo, que teria sido causado pelas agressões.

Pais fizeram desabafo após seu bebê partir


Os pais foram detidos no dia seguinte ao crime. Antes da descoberta do crime cometido por eles, tanto o pai quanto a mãe fizeram desabafos em seus respectivos perfis nas redes sociais lamentando a partida do filho.

O pai Alexandre Montanholi disse que o filho tinha partido devido a uma parada cardíaca: “Gente, estou aqui para anunciar uma perda inestimável, eu e minha esposa estamos muito tristes hoje com apenas 3 meses de vida perdi meu filho que faleceu esta manhã em Andradas com uma parada cardíaca. Pedimos a amigos e familiares o apoio, estamos muito tristes”.

Já a mãe Ana Carolina Montanholi escreveu em suas redes sociais: “Hoje amanheceu muito triste, acabei de perder meu filho”.

Pais do bebê foram condenados dois anos depois

Em dezembro de 2021, mais de dois anos e nove meses após a partida do bebê Yago, seus pais foram julgados pelo crime. O pai Alexandre Montanholi foi condenado a 45 anos e dois meses no regime fechado. E a mãe Ana Carolina Lourenço Cândido foi condenada a 45 anos e 9 meses de prisão. O casal já se encontrava detido desde o dia seguinte a partida do bebê. De acordo com os advogados dos pais, eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado e tortura.

Pais revelaram que tiraram a vida do seu bebê Reprodução: Arquivo Pessoal
Antes de ser revelado o que ele fez, pai lamentou a partida do filho Reprodução: Arquivo Pessoal
Bebê partiu aos 3 meses e pais foram os responsáveis Reprodução: Arquivo Pessoal
Os pais comemoraram o nascimento do filho Reprodução: Arquivo Pessoal
Pais foram detidos após confessarem o que fizeram ao seu bebê Reprodução: Arquivo Pessoal
Bebê Yago Lourenço Montanholi partiu com apenas três meses Reprodução: Arquivo Pessoal

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.