Após grávida de gêmeos só receber 1 bebê, revelação surge
Grávida de gêmeos recebeu só um bebê após o parto, nova revelação veio à tona após 3 meses.
Bebê Mamãe|Do R7

Uma mulher que estaria grávida de gêmeos recebeu somente um bebê depois de ter dado à luz. O caso ocorreu no dia 24 de maio deste ano em Cuiabá, Mato Grosso. E agora novas revelações sobre esta história surgiram.
A mulher foi ao Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá com a classificação médica de uma gravidez de gêmeos no dia 22 de maio. Durante os dois dias em que a gestante ficou internada antes de dar à luz, a equipe médica registrou por dois dias seguidos em prontuário os batimentos cardíacos de dois bebês.
Além disso, no dia 12 de maio de 2026, ou seja, 10 dias antes de ir para a maternidade, a gestante havia passado por um ultrassom no laboratório particular PrevClin em Poconé, distante 105 quilômetros de Cuiabá. Neste ultrassom, foi apontada a gestação gemelar.
Além disso, foi apontado que os dois bebês estariam vivos. Ainda foram apresentados pesos, medidas e batimentos cardíacos diferentes! Apesar de todos estes exames, na hora do parto, ao invés de ter gêmeos, os médicos afirmaram que ela teve somente um bebê!
Mãe busca respostas sobre os seus gêmeos
Nesta semana, uma nova decisão em relação ao caso veio à tona. A grávida quer respostas sobre o que aconteceu com que seriam seus gêmeos, por isso ela procurou a advogada Patrícia Duque e foi à justiça. Agora, a 3ª Vara Especial da Fazenda Pública de Várzea Grande determinou a preservação de todas as provas médicas.
Para o MídiaJur, a advogada da mulher que estaria grávida de gêmeos, Patrícia Duque, afirmou que está aguardando o desenrolar do processo. “Realmente existe esse caso, porém prefiro aguardar a manifestação das partes e o laudo pericial para não fazer um julgamento precipitado. É um assunto muito complexo e envolve laboratório, hospital e equipe médica, se fizermos um julgamento sem provas não seria correto!”, afirmou.
A advogada ainda destacou que a principal dúvida da mãe é saber o que aconteceu com o seu outro gêmeo. “O que a minha cliente quer saber é: onde está a outra criança? Isso precisa ser esclarecido”.
Ao determinar a preservação de todas as provas médicas, o juiz do caso, Carlos Roberto Barros de Campos afirmou que existe uma contradição objetiva entre os documentos médicos. E também que o risco da perda de provas é real, pois os arquivos de ultrassom, logs de prontuário eletrônico e material anatomopatológico podem ser apagados por rotinas de descarte.
Então, foi determinado que laboratório PrevClin preserve imagens originais, arquivos DICOM, vídeos e medições do exame de maio. Já o Hospital Geral e Maternidade terá que preservar prontuários, traçados de cardiotocografia, registros de BCF1 e BCF2, fichas cirúrgica e anestésica, logs do sistema, termos de consentimento da laqueadura e material de placenta.
O descumprimento destas ordens irá implicar em multa diária de R$ 1 mil por item e a admissão como verdadeiros dos fatos que as provas deveriam demonstrar.

















