Bebê tem traumatismo após funcionária derrubá-lo, pais falam
A funcionária de um clube causou traumatismo em um bebê após jogá-lo para o alto em uma "brincadeira".
Bebê Mamãe|Do R7

Um bebê de um ano e 11 meses teve traumatismo cranioencefálico e perda auditiva depois de uma “brincadeira” da funcionária de um clube ter terminado da pior forma. O caso ocorreu no Manhattan Country Club, um clube em El Segundo na Califórnia, Estados Unidos.
O caso ocorreu em março de 2025 e agora foi revelado o que os pais da criança fizeram diante da situação. O clube em questão oferecia para seus sócios uma área kids, na qual os pais poderiam deixar seus filhos sob os cuidados de funcionárias do local.
Acontece que uma das funcionárias decidiu fazer uma brincadeira bastante irresponsável com o bebê identificado apenas como C.K. Nas imagens da câmera de segurança do clube, é possível ver que a funcionária pegou o pequeno CK pelos bracinhos e começou a balançá-lo.
A funcionária então jogou o bebê para o alto, mas não conseguiu pegá-lo quando ele voltou. O pequeno então caiu no chão. Para piorar, a funcionária se desequilibrou e caiu em cima da criança.
Pais tomam uma atitude após o bebê ter traumatismo
Agora, foi revelado pelo The California Post, a atitude que os pais do bebê C.K, Matt e Elena Kittle, tomaram diante da situação. Os pais decidiram processar o clube onde tudo aconteceu. E no processo movido pelos pais é possível saber maiores detalhes do caso.
No processo, os pais relataram que não estavam presentes quando o acidente ocorreu. “Quando o filho de um associado do Manhattan Country Club está sendo cuidado na sede do clube, o associado não é obrigado a permanecer no local”, disseram os documentos do processo.
No processo, os pais também relataram que o pai Matt Kittle recebeu uma ligação do clube informando que seu filho havia caído, mas já estava mais calmo. A funcionária em questão ainda disse para o pai que não achava necessário ir buscá-lo, mas queria que soubessem que o acidente havia acontecido.
Passados 15 minutos, a funcionária ligou novamente pedindo que os pais buscassem o pequeno C.K porque não estavam conseguindo acalmá-lo. Ainda de acordo com os pais, a todo o momento as funcionárias transmitiam a ideia de que seu filho havia sofrido ferimentos leves. No processo, os pais ainda dizem que uma das funcionárias lhes relatou que o menino tinha caído de uma altura de 45 centímetros, aproximadamente.
Pais descobriram o que realmente aconteceu com o bebê
Quando encontraram seu filho, os pais ficaram impressionados com seu estado. “O lado direito do rosto de C.K. apresentava contusões graves. Seu olho direito estava inchado a ponto de se fechar, e sua boca estava inchada. Ao chegar em casa, C.K. estava extremamente sonolento, letárgico e irritado”, diz o processo.
O bebê foi levado para o hospital. E no hospital os exames confirmaram que ele sofreu traumatismo craniano e ainda teve perda auditiva. Foi então que a família solicitou as imagens das câmeras de segurança do clube e constatou que o pequeno não caiu de uma altura de 45 centímetros, mas sim de uma altura de cerca de 1,80 m!
De acordo com o relato dos pais no processo, o pequeno C.K “ainda apresenta sintomas decorrentes do traumatismo cranioencefálico, incluindo perda auditiva”. A família de C.K pleiteia uma indenização a ser fixada por um júri e acusa o clube de negligência, agressão física, fraude e danos emocionais.




















