Mãe e padrasto fazem impensável com bebê dela e são detidos
A mãe e o padrasto foram presos após terem feito o impensável contra o bebê de um ano dela.
Bebê Mamãe|Do R7

A mãe e o padrasto foram presos depois de terem feito o impensável contra o filho dela de apenas um ano. O caso aconteceu em São João da Boa Vista em São Paulo. Eles foram detidos pela Polícia Civil na última segunda-feira (31).
A mãe Ana Júlia de Carvalho Neves, 20 anos, e o padrasto Thiago Willians Gutian Leal, 33 anos, foram presos por tortura contra o filho dela de apenas um ano e também tentativa de homicídio. As investigações contra o casal começaram após o bebê ter sido internado na UTI em 19 de junho. O menino teve traumatismo craniano grave, hematoma subdural, que consiste no acúmulo de sangue entre a superfície do cérebro e a dura-máter, a membrana externa que reveste o cérebro, e também extensas hemorragias retinianas, que é o sangramento na retina ou interior dos olhos.
O menino chegou no hospital com rebaixamento extremo do nível de consciência e evoluiu para uma parada cardiorespiratória. O pequeno precisou ser internado na UTI. Ele ficou um mês internado e após a alta já ficou sob os cuidados do pai, com quem está até os dias atuais.
Na ocasião da internação, a mãe e o padrasto alegaram que o bebê havia caído da cama. Porém, os médicos constataram que as lesões sofridas pela criança não condiziam com uma queda da cama. A polícia civil então iniciou a investigação do caso.
O que a mãe e o padrasto fizeram contra o bebê vem à tona
As investigações descobriram os crimes da mãe Ana Júlia e do padrasto Thiago Willians contra o menino de um ano. O delegado Fabiano Antunes de Almeida, responsável pelo caso, revelou que o casal cometia diversas torturas contra a criança. Estas torturas envolviam manter o bebê trancado sem roupas no banheiro, agressões com uma colher de pau. Também era dado ao bebê remédios tarja preta para dormir. A criança também era submetida a caminhadas forçadas durante a madrugada.
E ainda, eles realizaram enforcamento e submersão do rosto do bebê em uma bacia com água quente diversas vezes. Mesmo com uma longa trajetória na polícia civil, o delegado Fabiano Antunes de Almeida ficou impressionado com este caso. “Não é fácil isso”, desabafou.
O delegado ainda explicou que as investigações do caso continuam. E que um dos objetivos é entender quem cometeu quais crimes contra o bebê. O bebê está sob os cuidados do pai. No momento, o pai tem a guarda temporária e já pede na justiça a guarda definitiva do filho.
O pai afirmou que o bebê está bem atualmente. Ele ainda ressaltou que a mãe não lhe deixava ver o filho nos últimos meses antes dele ser internado. Os investigadores acreditam que as torturas contra a criança aconteciam há quatro meses antes do pequeno ser internado.


















