Tiago Leifert mostra filha e responde sobre câncer que ela teve
Tiago Leifert e Diana Garbin mostraram sua filha e falaram sobre o câncer que ela enfrentou nos olhos.
Bebê Mamãe|Do R7

O apresentador Tiago Leifert e sua esposa, a escritora Daiana Garbin, voltaram a desabafar sobre o câncer que sua filha, a pequena Lua de cinco anos, teve. Quando tinha poucos meses de vida, a bebê foi diagnosticada com um retinoblastoma, câncer raro nos olhos.
Felizmente, a menina passou pelo tratamento e atualmente encontra-se em remissão e bem de saúde. Por causa do que enfrentaram, Tiago Leifert e Daiana Garbin criaram a ONG “De olho nos olhinhos” com o objetivo de conscientizar sobre o retinoblastoma e ajudar outras crianças que enfrentam esta doença.
A principal campanha desta ONG acontece em setembro. E por isso, Daiana Garbin e Tiago Leifert começaram a falar deste assunto com maior frequência. Daiana compartilhou um vídeo no qual falou sobre a descoberta do câncer de sua filha.
“Assim como eu e meu marido não tínhamos a menor ideia de que precisava levar a nossa filhinha com poucos meses ao oftalmologista. A gente percebe que muitas famílias, muitos pais não têm essa informação. E uma coisa que a gente vem percebendo em todos esses anos é que nós não temos dimensão da importância de cuidar dos olhinhos da criança ainda no primeiro ano de vida”, disse Daiana.
A Dra. Christianne Rolim, oftalmologista e Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, ainda falou: “É fundamental a gente fazer o exame nos olhinhos da criança logo no começo. Algumas doenças nos olhos, elas não são detectadas pelos pais. Pode acontecer em um olho só. Então, a criança vai tendo um desenvolvimento normal e o pai não percebe. Ou às vezes pode até acometer os dois olhos, pode acometer a formação do olho do feto, é supercomplexa”.
A oftalmologista continuou: “Então, a gente tem várias etapas embriológicas, e o olho é uma estrutura muito complexa, a visão é o sentido mais importante do ser humano. Examinar faz com que a gente detecte uma série de doenças congênitas, entre elas o glaucoma, doenças congênitas na córnea, o retinoblastoma, que não é uma doença congênita, mas é um tumor que aparece nos primeiros cinco anos de vida, doenças infecciosas, então são muitas”.
E a oftalmologista concluiu dizendo: “Isso sem falar nos graus, nos erros de refração que ficam às vezes escondidos, porque a criança se vira, ela se desenvolve, às vezes aquém do que ela poderia se desenvolver porque o grau não foi corrigido. E tem crianças que já nascem com graus muito altos. Então, precisam ser verificadas. E às vezes é um olhinho só. Então, um olho desenvolve. Então, é muito importante”.
Esposa de Tiago Leifert fala dos sintomas do câncer que a filha teve
Daiana Garbin falou recentemente sobre os principais sintomas do retinoblastoma, o câncer nos olhos que sua filha com Tiago Leifert teve. Em conversa com a oncologista pediatra Dra. Carla Macedo, Daiana perguntou para ela: “Dra. Carla, qual o principal sintoma do retinoblastoma?”.
E a médica oncologista respondeu: “É a leucocoria, que é o reflexo branco pupilar que a gente está vendo”. Daiana continuou: “Eu vou colocar aqui na tela! Que a gente chama de reflexo do olho do gato”.
A Dra. Carla Macedo continuou: “Reflexo do olho do gato. Ao invés de nós observamos o reflexo vermelho, ele é substituído pelo reflexo branco. E o olhinho torto, o estrabismo, são os dois principais sintomas do retinoblastoma. Mas a leucocoria do retinoblastoma é a mais grave, então a gente precisa pensar como diagnóstico diferencial o retinoblastoma”.
A esposa de Tiago Leifert também escreveu um pouco mais sobre os sintomas. “Alguns sinais nos olhos das crianças merecem atenção. No retinoblastoma, o sinal mais conhecido é a leucocoria: um reflexo branco na pupila, que pode aparecer em fotos com flash ou ser percebido em determinadas condições de luz”, disse.
E Daiana apontou os outros sintomas deste câncer. “Mas ele não é o único. Estrabismo, vermelhidão persistente, alteração no tamanho ou na aparência do olho e dificuldade para enxergar também podem estar associados a alterações oculares que precisam ser investigadas”, afirmou.


















