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Entenda o que é a ozonioterapia, tratamento que assustou Zé Felipe

Método é criticado por entidades médicas pela falta de evidências científicas em relação à eficácia

Famosos e TV|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O cantor Zé Felipe desistiu de um tratamento de ozonioterapia após descobrir que seria feito pelo ânus.
  • A ozonioterapia propõe o uso de ozônio medicinal para aliviar dores e inflamações, podendo ser aplicada de diferentes maneiras.
  • A técnica é criticada por falta de comprovação científica, mas foi liberada como tratamento complementar em 2023.
  • Além de uso médico, a ozonioterapia é promovida nas redes sociais com promessas não comprovadas, como para tratamento de HIV e câncer.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Zé Felipe já revelou ter feito ozonioterapia em outras ocasiões Reprodução/Instagram/@zefelipe

O cantor Zé Felipe, de 27 anos, revelou nas redes sociais ter “fugido” de uma clínica após descobrir que o tratamento de ozonioterapia a qual seria submetido seria feito pelo ânus.

O artista já relatou ser adepto ao procedimento, sendo acostumado a fazer a aplicação na veia. Ao chegar para uma nova aplicação, o médico, no entanto, o informou que a técnica seria feito pelo lugar inusitado.


“Cheguei pra fazer ozonioterapia e [o médico] disse: ‘Então, hoje a gente vai fazer via ânus’”, contou o sertanejo . “[Respondi] ‘Ah é? Então vou só ali no banheiro antes’. Vazei”.

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A ozonioterapia propõe o uso de ozônio medicinal para fins analgésicos e anti-inflamatórios.


A aplicação, que envolve a mistura do gás com o oxigênio, pode ser feita de diferentes formas. Além do ânus, entre as possíveis vias estão a cutânea (na pele), aplicação bucal, aplicação retal, injeção subcutânea e auto-hemoterapia. O procedimento promete aumentar a quantidade de oxigênio no corpo, regulando o sistema imunológico.

O método, no entanto, é criticado por entidades médicas pela falta de evidências científicas em relação à eficácia.


Ainda assim, uma lei sancionada em 2023 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva liberou a técnica como um tratamento complementar.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) também permitiu que a prática fosse aplicada em diversos tratamentos. De acordo com a resolução 2.445, de 2025, a técnica passa a ser permitida de forma tópica para feridas infecciosas agudas e úlceras venosas crônicas, arteriais isquêmicas e decorrentes do pé diabético.


Além disso, a ozonioterapia poderá ser realizada de forma injetável, para osteoartrite de joelho e dor lombar por hérnia de disco.

Já a Anvisa permite a regularização de equipamentos de ozonioterapia para a área odontológica e estética. A agência reguladora considera que não há evidências para outros usos.

Nas redes sociais, é possível encontrar anúncios que trazem a ozonioterapia com promessas de tratar doenças como HIV e até mesmo o câncer. No exterior, o procedimento é oferecido em mais de 50 países, mas também não conta com um consenso científico internacional.

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