Ex-MasterChef é flagrado vendendo doces no semáforo e explica motivo: ‘É um recomeço’
Destaque da primeira temporada do reality, Estefano Zaquini disse que busca uma renda extra enquanto tenta retomar carreira
Famosos e TV|Do R7
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Estefano Zaquini, um dos participantes mais conhecidos da primeira temporada do MasterChef Brasil, voltou aos holofotes nesta quinta-feira (16) por um motivo inesperado. O cozinheiro de 32 anos foi visto vendendo doces em um semáforo de Santo André, no ABC Paulista, e decidiu se manifestar após as imagens viralizarem nas redes sociais.
Os registros foram publicados pelo perfil Santo André Depressão no Instagram e rapidamente chamaram a atenção dos internautas, que reconheceram o ex-participante do reality culinário. A repercussão levou o chef a explicar por que decidiu recorrer ao comércio informal.
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Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, o cozinheiro afirmou que a venda de doces é uma forma de complementar a renda enquanto tenta retomar a carreira na gastronomia. Segundo ele, o trabalho também ajuda a cumprir compromissos financeiros sem abandonar os serviços de bufê que ainda realiza.
“Estamos trabalhando com esse serviço informal agora. Estamos também trabalhando com os bufês, com os clientes que ainda confiam no nosso trabalho. Nós temos alguns compromissos a serem honrados, então foi uma maneira que nós vimos de, quando estávamos parados em casa, fazermos algo a mais e conseguir recursos a mais”, afirmou.
Estefano também fez questão de rebater qualquer preconceito em relação à atividade. Ele contou que trabalha com vendas desde a infância e relembrou o período em que ajudava a avó a comercializar salgados pelas ruas da cidade.
“Eu trabalho com venda desde meus 8 anos de idade. Quando minha avó fazia salgados e eu, com uma caixa de isopor, saía e vendia de porta em porta, no comércio, no semáforo. Então eu não vejo como um serviço indigno. É um recomeço e não é fácil”, declarou.
A nova fase acontece poucos meses depois de o chef se envolver em uma polêmica com clientes. Em abril deste ano, Estefano foi acusado de não entregar encomendas de Páscoa e serviços de bufê pagos antecipadamente, além de atrasar reembolsos. Na ocasião, ele reconheceu as dificuldades, afirmou que enfrentava problemas pessoais e financeiros e prometeu ressarcir os consumidores afetados.
Na época, o cozinheiro negou ter agido de má-fé e disse que uma crise familiar impactou diretamente a produção do negócio. Ele também admitiu que não conseguiu atender toda a demanda por falta de recursos em caixa. Agora, ao explicar por que passou a vender doces nos semáforos, afirma que encontrou no comércio informal uma forma de gerar renda extra enquanto reorganiza a vida financeira e busca retomar a estabilidade profissional.
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