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Morte de Presley Gerber reacende teoria do ‘Clube dos 27′; entenda

Filho da modelo Cindy Crawford morreu em uma clínica de reabilitação; causa não foi divulgada

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A morte de Presley Gerber, aos 27 anos, reacendeu a teoria do 'Clube dos 27', que envolve artistas famosos que morreram nessa idade.
  • Presley era filho de Cindy Crawford e Rande Gerber, e irmão de Kaia Gerber; ele começou a carreira de modelo aos 16 anos.
  • Presley falava abertamente sobre seus problemas de saúde mental e dependência química, buscando ajudar outras pessoas com sua experiência.
  • Kaia Gerber comentou como o vício do irmão afetou a família, destacando sua transparência e o impacto positivo que ele teve em suas vidas.

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Presley Gerber (centro), assim como Kurt Cobain (esquerda) e Amy Winehouse (direita), morreu aos 27 Montagem/Reprodução/Instagram/@kurtcobain/@presleygerber/@amywinehouse

A morte de Presley Gerber, filho da modelo Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber, aos 27 anos, reacendeu nas redes sociais a conhecida teoria do “Clube dos 27”, que reúne artistas famosos que foram a óbito nessa idade. O modelo morreu no domingo (20), em uma clínica de reabilitação, segundo registros do Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles. A causa não foi divulgada.

A teoria voltou a repercutir porque Presley tinha a mesma idade de nomes como Kurt Cobain, Amy Winehouse, Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison quando morreram. Apesar da fama da teoria, não há evidências científicas de que os 27 anos representem uma “idade de risco” para músicos ou outras pessoas famosas.

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Como surgiu o “Clube dos 27”

A expressão ganhou força a partir de uma sequência de mortes de artistas aos 27 anos. Brian Jones, fundador dos Rolling Stones, morreu em 1969. No ano seguinte, Jimi Hendrix e Janis Joplin também morreram nessa idade. Em 1971, Jim Morrison, vocalista do The Doors, entrou para a lista.

Décadas depois, os casos de Kurt Cobain, em 1994, e Amy Winehouse, em 2011, voltaram a chamar atenção para a coincidência e ajudaram a consolidar o conceito na cultura popular.

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O fenômeno passou a ser associado principalmente à música, embora a ideia tenha sido ampliada ao longo dos anos para incluir outros artistas que morreram aos 27.

Uma pesquisa publicada pelo British Medical Journal analisou 1.046 músicos que chegaram ao primeiro lugar das paradas britânicas. Entre os 522 artistas estudados que alcançaram os 27 anos, três morreram nessa idade.

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A taxa, porém, foi semelhante à registrada entre músicos de 25 a 32 anos, o que não permite estabelecer uma relação entre a idade de 27 anos e um risco maior de morte.

Quem era Presley Gerber

Nascido em julho de 1999, na Califórnia, nos Estados Unidos, Presley Walker Gerber era o filho mais velho de Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber. Ele era irmão de Kaia Gerber, que também trabalha como modelo, além de ser atriz.

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Presley estreou como modelo aos 16 anos, em um desfile para a grife italiana Moschino. Ele consolidou sua carreira trabalhando para marcas como Dolce & Gabbana, Tommy Hilfiger, Calvin Klein e Ralph Lauren.

Fora das passarelas, o americano falava abertamente sobre problemas relacionados à saúde mental e dependência química. Em entrevista ao podcast Studio 22, em 2023, ele revelou que estava lutando contra depressão e queria usar sua experiência para ajudar outras pessoas.

“Tendo lutado contra problemas de saúde mental, depressão e outras coisas que vêm com isso, se eu ajudar uma pessoa ou cem pessoas a saírem do lugar em que estive na minha vida, é tudo o que preciso fazer”, disse. “É isso que eu realmente quero fazer: ajudar as pessoas, seja você deprimido, esteja lutando contra algo que esteja afetando negativamente seu corpo. Quero dizer, pode ser qualquer coisa, e não há julgamento.”

Kaia Gerber também desabafou sobre as dificuldades do irmão. Durante entrevista à Vogue em agosto deste ano, a jovem revelou como o vício em drogas do irmão mais velho afetou a família e como ele se tornou um exemplo para ela.

“Quando algo assim acontece em uma família, meio que nivela todo mundo”, disse. “Meus pais foram muito reservados durante a maior parte de nossas vidas e não compartilhavam nada — e agora temos esse professor incrível, meu irmão, que diz: ‘Vou ser muito humano com todos’. Há um limite para o que você pode esconder do mundo. E tentar esconder algo só faz a pessoa se sentir como se você tivesse vergonha dela.”

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