O que é a bronqueolite, doença diagnosticada em filha de Maíra Cardi
Influenciadora informou que bebê de 6 meses está internada nos EUA
Famosos e TV|Do R7
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A influenciadora Maíra Cardi reativou o seu perfil nas redes sociais para pedir orações para a filha, Eloah. A bebê, de 6 meses, está internada nos Estados Unidos após ser diagnosticada com bronqueolite.
“Sei que não apareço aqui a mais de um ano! Mas todas as vezes que apareci aqui para pedir oração para Sophia ela ficou boa muito rápido! Venho pedir orações para Eloah, o exame positivou o vírus da bronqueolite”, escreveu Maíra em uma publicação.
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“Estamos no hospital, longe da nossa casa e do nosso Brasil! Longe dos nossos médicos de confiança, da nossa língua e de tudo que precisamos para nos sentir seguras! Orem por ela”, completou.
Eloah é filha de Maíra Cardi com o também influenciador Thiago Nigro. Logo depois de nascer, em outubro do ano passado, a criança ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após apresentar dificuldades para respirar.
Além de Eloah, Maíra Cardi também é mãe de Lucas e Sophia, frutos de seu relacionamento com Nelson Rangel e Arthur Aguiar, respectivamente.

O que é a bronquiolite, seu diagnóstico e sintomas
A bronquiolite é uma doença respiratória que afeta crianças menores de dois anos. É caracterizada pela inflamação de pequenas vias áreas dos pulmões conhecidas como bronquíolos.
Segundo o Ministério da Saúde, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o principal agente responsável pela doença, estando em até 80% dos casos. No entanto, outros vírus também podem desencadeá-la, como adenovírus, parainfluenza, influenza, rinovírus, entre outros.
Os sintomas mais frequentes incluem coriza, tosse, espirros, febre, obstrução nasal, chiado no peito e respiração acelerada ou com dificuldade. Em quadros mais graves podem surgir sinais como dificuldade para se alimentar, cianose (coloração arroxeada ou azulada da pele, lábios ou extremidades), apneia (pausas na respiração), vômitos e alterações no estado mental, como irritabilidade ou sonolência.
O diagnóstico, na maioria das vezes, é clínico, baseado na avaliação dos sintomas e do histórico do paciente. Não há tratamento medicamentoso específico para a bronquiolite. O manejo é voltado ao alívio dos sintomas, com medidas como lavagem nasal, controle da febre e hidratação. Nos casos mais graves, pode ser necessária internação hospitalar para oferta de oxigênio e suporte clínico.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) para gestantes, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida. A dose única é aplicada a partir da 28ª semana de gestação. Após a imunização, a gestante produz anticorpos que são transferidos ao feto por meio da placenta, reduzindo o risco de formas graves da doença e de internações nos primeiros seis meses de vida.
Outras formas de prevenção contra a bronquiolite incluem:
- Lavar as mãos com frequência com água e sabão;
- Evitar contato próximo de bebês com pessoas gripadas ou resfriadas;
- Limpar e desinfetar objetos e superfícies de uso comum;
- Evitar aglomerações;
- Manter os ambientes bem ventilados;
- Evitar a exposição de bebês à fumaça do cigarro;
- Manter o aleitamento materno até 2 anos ou mais, sempre que possível.
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