O que se sabe sobre a morte de Liam Payne 2 anos após queda fatal na Argentina
Ex-integrante do One Direction caiu da sacada do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires
Famosos e TV|Do R7
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A morte do cantor Liam Payne completa dois anos nesta sexta-feira (16). O ex-integrante do One Direction morreu aos 31 anos após cair da sacada do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires, na Argentina, em 16 de outubro de 2024.
Na época, a notícia comoveu fãs e artistas, que prestaram homenagens ao músico. Ele foi velado em 20 de novembro, em uma cerimônia privada com a presença de amigos e familiares na Inglaterra.
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O que se sabe sobre a morte
O britânico estava hospedado no hotel Casa Sur havia três dias quando um funcionário acionou os serviços de emergência, preocupado com o estado dele. Segundo a BBC, em uma das ligações, o homem relatou que o hóspede estava sob efeito de drogas e álcool e demonstrava um comportamento que poderia colocar sua vida em risco.
Pouco tempo depois, Payne caiu da sacada do quarto. Ele foi encontrado no pátio interno do hotel e morreu no local. A autópsia identificou “múltiplos traumas” e “hemorragias internas e externas”, com 25 ferimentos “compatíveis com uma queda de grande altura”.
Já os exames toxicológicos revelaram vestígios de álcool, cocaína e um antidepressivo de uso controlado no organismo do artista. Segundo a investigação, Payne provavelmente estava inconsciente ou semiconsciente no momento do acidente, sem compreender plenamente o que estava acontecendo.
Cinco pessoas foram indiciadas em dezembro de 2024 por envolvimento no caso. Roger Nores, amigo do cantor, Eteban Grassi, recepcionista-chefe do hotel, e Gilda Martin, chefe de segurança do local, foram acusados de homicídio culposo, mas tiveram as acusações retiradas em fevereiro de 2025.
Já Ezequiel Pereyra e Braian Paiz, também funcionários do hotel, são acusados de fornecer drogas ao cantor durante sua passagem pelo país. Eles chegaram a ser presos de forma preventiva, mas foram libertados da prisão domiciliar em março deste ano, segundo o Buenos Aires Times. O jornal também informou que eles seguem sob investigação e aguardando julgamento.


















