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Relembre as celebridades que tiveram de lidar com a Justiça em 2025

Ano foi marcado por depoimentos, prisões, investigações e disputas judiciais envolvendo nomes do entretenimento

Famosos e TV|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Celebridades em 2025 enfrentaram investigações e processos judiciais, envolvendo desde depoimentos em CPIs a prisões.
  • Virginia Fonseca, convocada para a CPI das Bets, perdeu seguidores após seu depoimento sobre apostas online.
  • MC Poze do Rodo e Oruam foram presos por supostas ligações com o tráfico de drogas, com investigações ainda em curso.
  • Léo Lins foi condenado a mais de oito anos de prisão por disseminar discursos discriminatórios em seu show de stand-up.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Virginia Fonseca depõe na CPI das Bets no Senado REPRODUÇÃO/RECORD NEWS

Em 2025, a vida pública de muitas celebridades se misturou intensamente com o noticiário policial e jurídico. De influenciadores digitais a cantores de sucesso, uma série de nomes famosos acabou precisando responder a acusações, depor em CPIs, enfrentar prisões preventivas ou cumprir decisões judiciais que ganharam grande repercussão nas redes sociais e na imprensa.

Alguns desses casos envolveram investigações graves, como suspeitas de associação ao tráfico e disseminação de discursos discriminatórios. Esses episódios revelam como a exposição constante e o impacto das redes sociais transformam cada movimento em assunto público e como a Justiça também passou a olhar com mais atenção para a atuação dessas figuras.


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Virginia Fonseca

A influenciadora esteve no centro das atenções ao ser convocada para depor na CPI dos Influenciadores Digitais, também conhecida como CPI das Bets, no Senado Federal. A comissão investiga a promoção de plataformas de apostas on-line, muitas ainda sem regulamentação, por criadores de conteúdo com grande alcance nas redes sociais.


No depoimento, ela afirmou sempre alertar sobre riscos, restrições de idade e regras de publicidade. A participação gerou forte repercussão pública e, na época, Virginia chegou a perder mais de 100 mil seguidores, enquanto outros influenciadores, como Rico Melquiades, também foram ouvidos pelos senadores.

MC Poze do Rodo

O funkeiro foi preso em maio, no Rio de Janeiro, investigado por apologia ao crime e suposta ligação com o tráfico de drogas. Segundo a polícia, ele teria feito shows em áreas dominadas pelo Comando Vermelho, com presença ostensiva de homens armados.


Após cinco dias detido, o artista foi solto no início de junho. Parte das medidas cautelares impostas foi revista posteriormente, mas as investigações continuam sendo acompanhadas pelas autoridades.


Oruam

O rapper se entregou à polícia após um mandado de prisão ser expedido e passou a responder a processos que incluem suspeitas de associação ao tráfico e resistência à ação policial. Ele é filho de Marcinho VP, apontado como liderança do Comando Vermelho, o que aumentou a visibilidade do caso.

Oruam chegou a ficar meses preso em cela coletiva no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, e nega qualquer vínculo com facção criminosa. Ele afirma sofrer criminalização devido ao estilo musical e à própria origem.

Natacha Horana

A ex-bailarina do Faustão passou o início do ano presa, investigada por participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A defesa sustentou desde o início que a prisão foi um equívoco.

Em março, Natacha obteve habeas corpus e deixou o presídio. Já em liberdade, relatou impactos emocionais e físicos do período, incluindo perda de peso e estresse intenso, enquanto retomou a carreira e se prepara para o Carnaval de 2026.

Hytalo Santos

O influenciador foi preso em agosto, em São Paulo, investigado pelo Ministério Público por exploração e exposição de crianças e adolescentes em conteúdos publicados nas redes sociais. As denúncias ganharam força após vídeos críticos publicados por outros criadores.

O caso teve grande repercussão nacional e segue em andamento. Hytalo permanece detido enquanto as autoridades aprofundam as investigações sobre os conteúdos produzidos e eventuais responsabilidades.

Gato Preto

Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, foi preso mais de uma vez ao longo do ano. Em agosto, ele se envolveu em um acidente após bater seu Porsche em uma avenida movimentada de São Paulo, em meio a investigações sobre divulgação de jogos on-line ilegais.

Mais recentemente, ele voltou a ser detido por dívida de pensão alimentícia que superava R$ 57 mil. Após quatro dias, deixou a prisão depois de quitar o valor. O influenciador soma ainda outras polêmicas e processos.

Capitão Hunter

O youtuber João Paulo Manoel, conhecido como Capitão Hunter, foi preso em outubro, acusado de exploração sexual infantil, estupro de vulnerável e produção de pornografia envolvendo adolescente. A denúncia partiu da família de uma menina de 13 anos.

Segundo o relato, ele teria feito videochamadas de teor sexual e enviado mensagens inadequadas. Em dezembro, o influenciador foi indiciado, e há pedido para conversão da prisão temporária em preventiva.

Léo Lins

O humorista Léo Lins foi condenado a oito anos e três meses de prisão em regime inicial fechado por disseminar discursos discriminatórios em um show de stand-up publicado no YouTube. A decisão, da 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo, também determinou multa e indenização de R$ 303,6 mil por danos morais coletivos.

A condenação está ligada ao espetáculo “Perturbador”, divulgado em 2022, que motivou denúncia do Ministério Público Federal por falas preconceituosas contra diversos grupos sociais. Na sentença, a juíza afirmou que liberdade artística não justifica discurso de ódio e citou o chamado “racismo recreativo” como agravante, o que reacendeu o debate sobre os limites entre humor e violência simbólica no país.

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