Três anos sem Matthew Perry: quem foram os condenados pela morte do ator
Laudo toxicológico revelou que a morte foi causada por ‘efeitos agudos de cetamina’
Famosos e TV|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A morte de Matthew Perry, astro de Friends, completa três anos nesta quarta-feira (28). O ator foi encontrado morto na banheira de hidromassagem de sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Um laudo toxicológico revelou que a morte foi causada por “efeitos agudos de cetamina”, um anestésico usado na medicina, mas que também circula de forma ilegal.
A descoberta levantou o questionamento sobre quem teria fornecido a droga ao artista. Após uma investigação, autoridades norte-americanas concluíram que cinco pessoas estiveram envolvidas na morte de Perry.
Veja Também
Veja quem são os condenados
Jasveen Sangh
Um dos principais nomes da investigação, Jasveen Sangha, conhecida como “rainha da cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão e se declarou culpada de três acusações: distribuição de cetamina, distribuição de cetamina resultando em morte ou lesão corporal grave e uso de sua casa para distribuição de drogas.
Segundo a AP News, ela admitiu comandar uma importante operação de tráfico de drogas, ter vendido a Perry a dose que ele tomou no dia de sua morte e ter causado a morte de outro homem, Cody McLaury, de 33 anos, em 2019.
Erik Fleming
Ex-conselheiro para dependentes químicos, Erik Fleming recebeu dois anos de prisão por ajudar a distribuir a cetamina que matou o ator de Friends. Ele admitiu em documentos judiciais ter obtido a droga de sua fonte, Sangha, e ter distribuído 50 frascos para o assistente pessoal de Perry, Kenneth Iwamasa.
Kenneth Iwamasa
O assistente pessoal e amigo de Perry recebeu uma sentença de três anos e cinco meses de prisão após declarar-se culpado de uma acusação de conspiração para distribuir cetamina ao ator. Acredita-se que, além de ter realizado quase todas as compras ilegais de drogas em nome de Matthew, Iwamasa também administrava as injeções.
Salvador Plasencia
O médico Salvador Plasencia admitiu ter vendido 20 frascos da droga ao ator nas semanas anteriores à sua morte. Ele teria injetado algumas das ampolas em Perry e deixado as demais para Iwamasa aplicar, apesar de o ator ter ficado paralisado e sua pressão arterial ter subido após uma dose.
Mark Chavez
O também médico Mark Chavez dirigia uma clínica de cetamina e era uma das fontes das doses que Plasencia vendia a Perry. Ele admitiu ter obtido a droga de um distribuidor sob falsos pretextos, incluindo receitas fraudulentas.
Para saber tudo do mundo dos famosos, siga o canal de entretenimento do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp


















