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Ex-assistente de Matthew Perry é condenado a 41 meses de prisão pela morte do ator

Astro de ‘Friends’ morreu após uma overdose de cetamina em outubro 2023

Famosos e TV|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ex-assistente de Matthew Perry, Kenneth Iwamasa, foi condenado a 41 meses de prisão pela morte do ator.
  • Matthew Perry morreu em outubro de 2023 devido aos efeitos agudos da cetamina, uma droga alucinógena.
  • Iwamasa admitiu ter injetado cetamina em Perry a pedido do ator, sem ter treinamento médico.
  • O caso encerrou o processo contra cinco pessoas envolvidas na morte de Perry.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Autópsia concluiu que o ator morreu devido aos “efeitos agudos da cetamina” Reprodução/Instagram/@mattyperry4

Depois que o assistente pessoal que injetou no astro de Friends, Matthew Perry, uma dose fatal da droga alucinógena cetamina foi condenado a 41 meses de prisão federal na quarta-feira (27), seu advogado afirmou que seu cliente foi vítima de uma dinâmica de poder desequilibrada.

“Uma pessoa tinha o poder, e uma pessoa não tinha poder”, comentou Alan Eisner, o advogado de Kenneth Iwamasa.


A juíza Sherilyn Garnett proferiu a sentença para Kenneth Iwamasa, a pessoa que encontrou Perry flutuando de bruços e sem vida em uma banheira de hidromassagem em sua casa em Los Angeles em outubro de 2023.

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Procuradores federais falaram que Iwamasa injetou cetamina em Perry a pedido do ator antes de deixar a residência para resolver pendências. O ator estava morto quando Iwamasa retornou.


Assim como seu cliente fez no tribunal, Eisner deixou claro o “remorso” dele.

Iwamasa continuará a “se arrepender para sempre de suas ações neste caso”, disse Eisner.


Um relatório de autópsia concluiu que Perry morreu devido aos “efeitos agudos da cetamina”, que se combinaram com outros fatores para fazê-lo perder a consciência e se afogar.

A cetamina, um anestésico de ação curta, mas potente, com propriedades alucinógenas, às vezes é prescrita para tratar a depressão e outros transtornos psicológicos, mas ganhou popularidade como uma droga ilícita de festas.


Iwamasa havia se declarado culpado de uma acusação de conspiração para distribuir cetamina, resultando em morte.

Como parte de um acordo de delação, ele admitiu ter injetado repetidamente cetamina em Perry sem treinamento médico, incluindo a dose letal.

Sob o acordo, Iwamasa forneceu evidências fundamentais contra outros réus. Sua sentença incluiu dois anos de liberdade supervisionada e uma multa de US$ 10 mil (cerca de R$ 50 mil, na cotação atual).

“Matthew tinha medo da morte. Por que você acha que ele tentou tanto ficar sóbrio, por que ele teve tantos altos e baixos assim... Ele queria viver”, alegou Lisa Ferguson, gerente de negócios e executiva do espólio de Perry, do lado de fora do tribunal.

Os procuradores pediram pelo menos 41 meses de prisão federal para Iwamasa, que conheceu Perry em 1992 e era seu assistente residente desde 2022. Eles o chamaram de “facilitador e fornecedor de drogas” de Perry em documentos judiciais protocolados antes da sentença.

A conclusão encerra o processo contra cinco pessoas que admitiram ter desempenhado papéis na morte do ator.

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