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Príncipe Harry fala sobre arrependimento da última ligação com Diana e culpa que carregou até ser pai

Em entrevista à GQ, o duque de Sussex revela que encerrou a conversa aos 12 anos para brincar e que

Vanity Brasil

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(Foto: Reprodução/GQ/Youtube) Vanity Brasil

O príncipe Harry revelou, em entrevista concedida à revista GQ, que o maior arrependimento que carrega desde a morte da princesa Diana está ligado à última ligação telefônica que fez com a mãe. O duque de Sussex, que tinha apenas 12 anos na época, admitiu que encerrou a conversa rapidamente para poder brincar com os primos, decisão que ainda o acompanha.

Durante o bate‑papo, o jornalista Zach Baron perguntou ao monarca britânico se ele considerava mais doloroso perder alguém de forma repentina ou conviver com um sofrimento prolongado, como o diagnóstico de uma doença grave. Harry respondeu que não saberia dizer, antes de rememorar a tragédia que tirou Diana de sua vida. “Minha mãe foi tirada de mim cedo demais”, declarou.

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O príncipe aprofundou o que mudaria naquela última interação. “Já falei abertamente sobre um dos meus maiores arrependimentos: aquela última ligação que fiz com ela”, disse. “Se eu soubesse que seria a última ligação com ela, como aquela conversa teria sido diferente. E eu tenho que conviver com isso”. Ele explicou que, aos 12 anos, preferiu encerrar a chamada para “sair correndo e brincar com meus primos”.

A culpa por não ter conversado mais com Diana acompanhou Harry por anos, mas começou a diminuir quando ele se tornou pai de Archie, de 7 anos, e de Lilibet, de 5 anos, frutos do casamento com Meghan Markle. “Antes de ser pai, eu carregava uma certa culpa e outros sentimentos que realmente me acompanhavam. Era algo pesado. E aí, sim, quando você se torna pai ou mãe, claro que as coisas mudam”, afirmou.

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Harry também revelou que costuma imaginar como seria sua vida se Diana ainda estivesse viva. “É só um rápido ‘Nossa, que saudade. Imagina como seria o mundo se você ainda estivesse aqui. Fico pensando em como seria minha família se você ainda estivesse aqui’. São perguntas que eu me faço. Às vezes, faço perguntas a ela buscando algum tipo de resposta e, às vezes, consigo uma”, contou.

O duque ainda manifestou acreditar que mantém algum tipo de ligação energética com a mãe, quase três décadas após sua partida. “Ainda existe uma ligação com a minha mãe, e eu realmente sinto a energia dela em certos momentos e em certas fases da minha vida”, ponderou.

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Para ilustrar essa conexão, Harry explicou que percebeu uma “ligação energética” entre pais e filhos ao observar o comportamento de Archie nos momentos de tensão. Quando o bebê nasceu, o príncipe fazia viagens diárias de 40 minutos de carro entre Londres e a residência da família. “Eu estava muito estressado com tudo o que estava acontecendo e com tudo o que eu tinha que lidar. Quando voltava, eu literalmente tirava o Archie dos braços da Meghan. E se eu ainda estivesse estressado, ele sentia”, recordou.

Para acalmar a situação, o príncipe tentou chegar mais tranquilo à porta de casa, perguntando ao filho: “Posso tentar agora?”. Ao segurar Archie no colo, o bebê se inclinava para ele, como se confirmasse a presença da energia. “Uau, OK. Então a energia é real mesmo. E acho que, como pais, precisamos estar muito atentos a isso”, concluiu.

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Assista ao desabafo completo de Harry no YouTube: https://youtu.be/6-rhaR1ZlAs?si=8yxbDhY8sF3lpFwG&t=1518

Veja também outro trecho da entrevista em que ele fala sobre a ligação energética com o filho: https://youtu.be/6-rhaR1ZlAs?si=3mrcO5UIvVTrTrrT&t=2107

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