Logo R7.com
RecordPlus
R7 Entretenimento – Música, famosos, TV, cinema, séries e mais
‌

Prêmio Netflix vai escolher dois filmes brasileiros que serão apresentados em todo o mundo

Com jurados como Alice Braga e Hugo Gloss, premiação também terá votação popular 

Pop|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Hugo Gloss, Fernando Andrade, Lully de Verdade, Alice Braga, Cesar Charlone, Adriana Dutra e Fabrício Boliveira compõe o júri selecionado pela Netflix para escolher o melhor filme
Hugo Gloss, Fernando Andrade, Lully de Verdade, Alice Braga, Cesar Charlone, Adriana Dutra e Fabrício Boliveira compõe o júri selecionado pela Netflix para escolher o melhor filme

Na mesma semana em que o Brasil decidiu escolher Pequenos Segredos para ser seu representante no Oscar 2017, a Netflix lança sua premiação para o cinema nacional. O Prêmio Netflix 2016 escolherá dois filmes independentes produzidos no Brasil para representar o pais em todos os locais em que a Netflix está presente. Ou seja, 83 milhões de pessoas em mais de 190 países.

Um dos filmes será escolhido por voto popular e outro por um painel de jurados formado por nomes como a atriz Alice Braga (Cidade de Deus, Eu Sou a Lenda), o ator Fabrício Boliveira (Faroeste Caboclo), os diretores Cesar Charlone e Fernando Andrade, a cineasta Adriana Dutra e os influenciadores digitais Hugo Gloss e Lully de Verdade. 

‌

São 10 longas brasileiros produzidos nos últimos três anos e escolhidos entre 50 filmes que chegaram nas mãos da Netflix. O ator Fabrício Boliveira falou da importância da premiação.

— É uma forma para que o cinema nacional cresça ainda mais. A curadoria foi ótima, pois temos vários retratos do país. 

‌

Alice Braga, que consolidou uma carreira internacional, foi uma das escolhidas para selecionar um dos filmes. Além de falar da importância da premiação, a atriz de 33 anos comentou a indicação polêmica de Pequenos Segredos para a seleção de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017. 

— Um filme só não representa o país. Os produtores deveriam ser mais unidos, se ajudar, ajudar os diretores. Assim como acontece no México, por exemplo, onde todo mundo se apoia. Não pode haver rixa. 

‌

A votação já está aberta e você pode escolher seu filme favorito até o dia 3 de outubro pelo site: premionetflixbr.com. Há um resumo entre 10 e 15 minutos de cada filme no site para que o internauta possa escolher o seu favorito. Caso haja empate entre a votação popular e do júri, o segundo lugar no voto dos jurados levará também a premiação. Os vencedores serão divulgados no dia 5 de outubro. Os indicados são estes:

— My Name Is Now, Elza Sorares (Elizabete Martins Campos) -Elza Soares, incorporada na ancestralidade brasileira, transcende em música e canta, de forma gloriosa, em My Name is Now.

‌

— O Último Cine Drive-In (Iberê Carvalho) - Marlombrando retorna a Brasília com sua mãe doente e reencontra, após muitos anos, seu pai Almeida. A partir daí, pai e filho precisam encarar o presente e reviver o passado.

— À Queima Roupa (Theresa Jessouroun) - Um documentário que investiga a violência e a corrupção policial praticadas no Rio de Janeiro nos últimos 20 anos.

— Califórnia (Marina Person) -Estela vive uma conturbada passagem pela adolescência, quando seu tio, seu grande herói, resolve voltar da Califórnia e visitá-la. Mal sabia ela que sua visão idealizada sobre ele estava longe da realidade.

— Levante! (Susanna Lira, Barney Lankester-Owen) - documentário que mostra como as novas tecnologias podem se tornar poderosas ferramentas de comunicação e transformação da realidade social.

— Ventos de Agosto (Gabriel Mascaro) -Shirley e Jeison trabalham em uma fazenda de cocos numa cidade litorânea. Tudo parecia normal, até que um estranho pesquisador aparece no local para registrar o som dos ventos alísios.

— A História da Eternidade (Camilo Cavalcante) - Em um pequeno vilarejo no Sertão, três histórias de amor e desejo revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores.

— Clarisse ou Alguma Coisa Sobre Nós (Petrus Cariry) - Clarisse mora em Fortaleza e decide rever seu pai, que mora longe e está muito doente. Em casa, descobre segredos de infância e muitos ressentimentos são postos à mesa.

— Obra (Gregório Graziosi) - Um arquiteto prepara o seu primeiro grande projeto, quando descobre um cemitério clandestino no terreno de seus ancestrais.

— Porque Temos Esperança (Susanna Lira) - Conta a história de Marli, uma mulher pernambucana e dona de uma esperança gigante. Sua jornada nos mostra que o afeto pode ser redentor e que a falta de esperança é um mal intolerável para o ser humano.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.