BTS nega comparação com Taylor Swift e Harry Styles: ‘Artistas maiores do que nós’
RM afirma que o septeto ainda se vê em fase de aprendizado apesar do domínio absoluto das paradas mundiais
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O cenário da música global na atualidade tem sido amplamente dominado pelo fenômeno sul-coreano BTS, mas o sucesso comercial estrondoso não parece ter alterado a percepção de autocrítica e modéstia dos seus integrantes.
Mesmo com o mais recente projeto de estúdio, intitulado ARIRANG, consolidando sua terceira semana consecutiva no topo da prestigiada Billboard 200, os membros do grupo insistem que não se enxergam em uma posição de rivalidade direta com os grandes titãs da indústria fonográfica do Ocidente.
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Essa mentalidade foi o ponto central de uma conversa franca e detalhada que os artistas tiveram recentemente com revista Rolling Stone, revelando uma maturidade que vai além dos números de vendas.
Questionados sobre comparações com outros grandes atos da música global como Taylor Swift, Harry Styles e Bruno Mars, o integrante RM descartou completamente a ideia de rivalidade, afirmando que as três estrelas do pop são “artistas maiores do que nós” e descreveu o BTS como “apenas uma boy band da Coreia”.
A jornada do BTS até o topo não foi isenta de pressões internas e externas. Durante a reflexão sobre os anos de carreira, os membros admitiram que a percepção sobre o que significa vencer no music business mudou drasticamente.
SUGA, conhecido por sua visão analítica sobre a indústria, confessou que em períodos anteriores da trajetória da banda, ele costumava ser competitivo demais com outros artistas. No entanto, o músico explicou que essa fase ficou para trás, cedendo lugar a um foco maior no prazer da criação artística do que na acumulação desenfreada de troféus e recordes.
O impacto dessa busca incessante pelo topo foi sentido na saúde física e mental dos integrantes ao longo da última década. SUGA revelou que a pressão para alcançar e manter o sucesso já havia levado seus limites físicos e emocionais ao extremo em diversas ocasiões. Contudo, o amadurecimento e a experiência de envelhecer sob os holofotes permitiram que o grupo encontrasse um novo equilíbrio.
De acordo com o integrante, o momento atual da banda permite a todos relaxar um pouco e, consequentemente, se divertir mais com isso. Essa mudança de paradigma é visível na leveza com que o BTS tem conduzido a promoção de seu novo material.
A Rolling Stone também abordou a antiga questão de se o BTS poderia um dia ser a atração principal do icônico show do intervalo do Super Bowl.
RM disse que a ascensão global da cultura coreana — de filmes como Parasita à popularidade mundial do K-pop — poderia eventualmente tornar isso possível: “Talvez se o tempo passar e a mentalidade das pessoas mudar.”
“Definitivamente gostariam de fazer isso algum dia”, caso a oportunidade surgisse, insistiu RM. Enquanto que Jimin ponderou: “Não podemos fazer isso a menos que sejamos convidados”, observando que a decisão final cabe à NFL.
Enquanto isso, ARIRANG, o primeiro álbum completo do BTS em seis anos, continua sua forte trajetória nas paradas musicais, enquanto que o single principal, SWIM, alcançou recentemente o primeiro lugar na Billboard Hot 100.
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