Luva de Pedreiro se transforma em personalidade do mundo
Flavio Ricco|Do R7 e Flavio Ricco

Domingo, o “Esporte Espetacular”, da Globo, mostrou uma matéria com o Luva de Pedreiro, Iran Ferreira, 20 anos, baiano de Quijingue, cidade a cerca de 300 km de Salvador.
Hoje, ele se transformou em uma celebridade, dono de um dos perfis mais comentados na internet, graças aos seus vídeos de futebol, gravados com produção zero e o grito de “Receba” ao fim de cada lance e de uma comemoração ao melhor estilo de Cristiano Ronaldo.
Além de ter uma bola de capotão rodada e camisas da seleção brasileira ou Vasco, seu time de coração, ele possui um par de luvas de pedreiro, com marca registrada.
Ontem, no Instagram, o número de seguidores de Luva de Pedreiro já passava de 8,5 milhões, entre eles muitos famosos, como Neymar, Nenê, Luciano Hulk e vários jogadores do Bayern, da Alemanha e de outros países.
Um sucesso digno de já ter um empresário, alguém para cuidar da sua agenda e selecionar os muitos convites que têm recebido daqui e de lá de fora.
Aliás, dizem que para ir a um dos nossos programas da TV aberta, não sai por menos de R$ 50 mil, ou R$ 200 mil para participar do evento de um campeonato europeu, por exemplo, através de uma TV fechada.
A brincadeira virou negócio. E o menino merece. Super gente boa.

A tal preparação
Richarlyson, ex-jogador – São Paulo, Atlético MG, América RJ, entre tantos –, é um dos novos comentaristas do SporTV.
Tem conteúdo e fala bem, mas ainda não pegou o traquejo da função. Repete muito o que a imagem mostrou ou o que o próprio narrador acabou de dizer.
Falando nisso
Bob Faria, que foi do SporTV, estreou nesta última segunda-feira como comentarista e âncora da Rede 98, de Minas, que, além de rádios, tem os canais a cabo 198 e 698.
E que, por acaso, ontem lançou sua TV aberta, 29, na qual o Bob passa a apresentar dois programas diários.
Não faz sentido
A Disney deu uma geral nos seus canais esportivos, e muita coisa melhorou. Mas, na parte que toca aos seus figurinos, persiste a insistência no terno e gravata.
Mesmo nas noites de sábado e domingo, em suas mesas de comentários, o social é obrigatório. Dá certa aflição.
Alô, alô
Uma edição especial do “P
