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BYD na Fórmula 1? Montadora ensaia entrada na categoria após mudança para motores elétricos

Em 2026, pela primeira vez na história, metade da potência dos carros virá de baterias elétricas e não de combustíveis fósseis

Garagem R7|Raphael HakimeOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A BYD está considerando entrar na Fórmula 1 devido à mudança de regras em 2026, que permitirá o uso de motores elétricos.
  • A montadora pode se estabelecer como uma nova equipe ou adquirir uma existente, como a BWT Alpine da Renault.
  • A entrada na F-1 pode fortalecer a reputação da BYD e aumentar as vendas de veículos elétricos e híbridos.
  • A BYD não fabrica mais carros a combustão desde 2022, focando em modelos elétricos e híbridos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dois carros esportivos vermelhos parados em uma pista de corrida
Tecnologias do U9, fabricado pela divisão de luxo Yangwang, da BYD, seriam usadas pela equipe Divulgação/Yangwang

A BYD ensaia a entrada na Fórmula 1, principal categoria do automobilismo mundial, segundo reportagem da última terça-feira (10) da Bloomberg, agência de notícias especializada em finanças. Já pensou em ver os chineses numa acirrada competição com McLaren e Ferrari?

A principal razão seria a mudança de regras para 2026, quando, pela primeira vez na história, os carros de F-1 terão metade da potência gerada por motores elétricos. Contribui ainda para o plano o crescimento acelerado da montadora fora da China.


A empresa estaria com algumas opções na mesa, como ingressar na categoria como uma equipe nova (seria a 12ª) ou comprar um time que já existe. O site especializado em elétricos CarNewsChina fala em substituição à BWT Alpine, que é da Renault.

Entre as tecnologias que poderiam ser usadas nas pistas estão as da Yangwang, marca de luxo da companhia chinesa. Lançada em 2023, essa divisão da BYD mira o público premium, especialmente com o U9, que tem quatro motores elétricos, chega a 3.000 cavalos de potência e vai de 0 a 100 km/h em 2,3 segundos.


O U9 já é vendido na China por cerca de US$ 253 mil (cerca de R$ 1,3 milhão na cotação atual).

A BYD também estaria de olho em outras divisões do automobilismo, como as corridas de resistência (endurance).


A entrada na F-1 ajudaria a montadora a ampliar ainda mais a reputação e conhecimento da marca pelo mundo. Por consequência, expandiria as vendas de elétricos e híbridos.

A BYD não fabrica mais carros a combustão desde 2022, quando apostou forte em carros elétricos e híbridos (Phev). A eventual entrada da chinesa daria à Fórmula 1 a sua segunda equipe nova em 2026, depois da Cadillac.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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