Shakira tem mais Copas do Mundo do que o Neymar 🏆
A Loba está de volta com ‘Dai Dai’, a música oficial desta edição; desde 2010, não tem Mundial sem ela
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A Copa começou. Eba! Eba nada. Começou mal. Nem pro jogo da seleção o trampo liberou a gente mais cedo.
Fui trabalhar normalmente como se fosse uma quinta-feira qualquer. Que é exatamente o que é para a maioria das pessoas que, assim como eu, não sabe a diferença entre um escanteio e uma falta.
Mas Copa é Copa. E eu adoro uma Copa. Não o futebol — a Copa. Tem diferença.
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A abertura foi no México, no lendário Estádio Azteca. Vira e mexe é o México, né? O Brasil que lute.
Antes de qualquer bola rolar, vieram os “póbi” dos repórteres nas ruas de tentando encontrar alguém que soubesse que tava rolando Copa. Um mico!
E então começaram os shows. E é aí que eu entro em campo com autoridade total.
Shakira. A loba está de volta. Gente, essa mulher tem mais Copa do Mundo que o Neymar. Desde 2010, não tem Mundial sem ela. A música oficial desta edição se chama “Dai Dai” — em parceria com o nigeriano Burna Boy (que eu nunca vi na vida) — e é basicamente uma versão do Waka Waka com menos entusiasmo e mais dancinha de TikTok.
Nem no figurino, acha que impressionou. Tava numa mistura de bailarina do Faustão com doutora Deolane na condicional. Não entendi o look.
Bateu, então, o momento saudosismo. Ídolos mundiais que se foram: Pelé, Maradona, labubus…
Espera. Os Labubus?
Eles passaram o bastão do show para o J Balvin? É gente, os Labubus estão na abertura da Copa do Mundo. 2026 é um lugar estranho.
J Balvin apareceu em seguida. Mistura de Mário Bros com Patati Patatá usando roupas que a gente olha e pensa: quem aprovou isso no camarim?
Melhor do que o Maluma alisado, ah, garanto que estava.
Depois veio um desfile de bandeiras de países que eu juro que nunca vi na minha vida. Tentei honrar minha professora de geografia enquanto o narrador soltava pérolas como: “E aí vem o país conhecido como Holanda.” Como assim ‘conhecido como Holanda’? Teve outro nome? Desde quando? Duvido que ele sabia qual era a bandeira do Zimbábue. Eu também não sei. Estamos quites.
Teve também Andrea Bocelli, o tenor ide voz que parte a alma. Lindo demais. Mas o narrador da Globo, todo animado, achou que era o momento ideal para contar que Bocelli perdeu a visão durante um jogo de futebol quando era criança.
Que clima bom, né?
Na transmissão, outra novidade: câmera acoplada na cabeça do árbitro. Uma inovação tecnológica incrível que me deu vertigem imediata e me fez lembrar que eu enjoo de carrossel. Progresso dispensável.
O trio de árbitros da partida de abertura era brasileiro. A TV fez questão de avisar isso como se fosse uma conquista nacional. México x África do Sul, e a gente torce pelo árbitro. É o que temos.
E aí saiu o gol. O primeiro gol da Copa do Mundo 2026.
Do México? Da África do Sul?
Pelo jeito… é de alguém da Seleção Brasileira.
Como manter o foco no jogo se o Leo Dias resolve fazer, ao mesmo tempo, o chá revelação de um novo bebê de alguém do time do Ancelotti?
Seria um Vini Júnior “Júnior”? Ou mais um nepo baby da “NeyFamily”?
Vai ser difícil manter o foco só no que rola nos gramados.
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