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Emissora de TV é processada em R$ 10 milhões por pronúncia errada da palavra ‘recorde’

Ministério Público Federal de MG está com muito tempo livre, a ponto de interferir na pronúncia da Língua Portuguesa?

Melhor Não Ler|Do R7

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Multa milionária para quem falar errado. Será que essa moda pega? Imagem gerada por IA via ChatGPT

Mais um dia na Brazucolândia, senhores! A “do dia” é que o Ministério Público Federal (MPF) de Minas Gerais decidiu ajuizar ação civil pública pedindo R$ 10 milhões de multa por um motivo, digamos, inusitado.

Não se trata de desvio de verba, fraude bilionária, corrupção em estatal ou nada nesse estilo. A questão é de fonética!


Uma emissora de televisão foi processada porque alguém teria pronunciado de forma errada a palavra “recorde”. A alegação é de “lesão ao patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa”. Tudo isso porque alguém teria dito corde em vez de recórde.

Enquanto isso, escolas públicas mal conseguem garantir alfabetização plena. Sem falar nos perfis oficiais do governo nas redes sociais que parecem colchas de retalhos de extremo mau gosto. É meme que não acaba mais, como se o brasileiro fosse uma criança de 8 anos de idade que ainda não sabe ler.


E a Casa Civil que fez um meme chamando de “playboy” quem ganha acima de R$ 5 mil por mês? Apesar de terem apagado o post, o print é eterno!

Mas será que os Ministérios Públicos, tão preocupados em não lesar o patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa, também vão multar quem usa linguagem neutra na televisão, ou ainda quem fala “atoras”, “faraona”, “inresponsável” e “abrido”?


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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