Melhor Não Ler Já que não tem picanha, veja como ter bacon (quase) de graça

Já que não tem picanha, veja como ter bacon (quase) de graça

Como os preços estão pela hora da morte, o brasileiro precisa ter criatividade para botar comida na mesa

Se tem milho grátis o porco fica feliz!

Se tem milho grátis o porco fica feliz!

Reprodução/RECORD

Hoje vamos aprender como capturar porcos de maneira simples e eficiente para ter bacon grátis (ou quase de graça) o ano inteiro. 

Primeiro, localize o porco que você quer capturar. Quanto mais mansinho ele for, melhor. Evite aqueles mais espertos para não perder seu tempo e seu investimento à toa. Depois, faça um caminho de milho desde o porco até o local onde você pretende mantê-lo cativo.

No começo, o porquinho pode ficar desconfiado, mas seja perseverante, pois porco nenhum resiste a uma porção de milho grátis. Cedo ou tarde ele seguirá a trilha comendo o milho e nem perceberá que entrou no seu cercadinho. Deixe o cercado aberto para o porco não ficar bravo e apenas observe sua reação. Se ele voltar para onde estava, faça um novo caminho de milho no dia seguinte e repita o processo até que ele não fuja mais. Afinal, para que ir embora se ele tem comida fácil sem ter de fazer nada?

Depois de ganhar a confiança do porco, continue colocando religiosamente uma porção de milho todos os dias. Em pouco tempo, você verá que outros porcos se aproximarão do seu cercadinho e entrarão sem que você tenha qualquer trabalho.

Uma vez que o cercado fique cheio de porcos e porcas tranquilos e seguros, eles começarão a se reproduzir naturalmente. Você só terá de ir aumentando o espaço e jamais deixar de colocar o milho para eles não irem embora. Não se preocupe em trancá-los, pois num determinado momento, os porcos já não saberão como sobreviver sozinhos. Aliás, eles nem se lembrarão de como era a vida antes do advento da comida grátis.

A estratégia funciona porque os porquinhos não sabem o valor da liberdade e nem do bacon que produzem. O que eles querem mesmo é comer milho de graça!

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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