Cachorros de Elizabeth 2ª tinham chef de cozinha, revela ex-funcionário
Monarca era fã da raça corgi e ofereceu uma vida de luxo aos seus cães, incluindo refeições com carne bovina, frango, cordeiro e coelho
RPet|Do R7
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A rainha Elizabeth 2ª morreu em 2022, mas detalhes sobre a vida de luxo de seus cães continuam revelando o tratamento especial reservado aos animais dentro da família real britânica. Ao longo de seus 96 anos, a monarca teve mais de 30 corgis, que recebiam atenção exclusiva, alimentação preparada por um chef e até participavam, de certa forma, dos tradicionais chás da tarde da monarca.
Darren McGrady, que trabalhou como chef da família real, contou à revista Hello! que os hábitos alimentares de Elizabeth acabavam incluindo os cães. Quando a rainha tomava chá sozinha, por exemplo, parte dos alimentos era destinada a eles.
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“Quando a Rainha oferecia chá da tarde em festas no jardim ou eventos beneficentes, os scones eram sempre servidos cortados ao meio, com geleia primeiro e creme de leite coalhado por cima”, disse. “Quando ela tomava chá sozinha, nunca havia creme Devon, porque os scones eram para seus corgis”, recordou.
Os cuidados não se limitavam aos lanches. Os dois últimos cães de Elizabeth, Muick e Sandy, recebiam refeições frescas preparadas especialmente para eles. O cardápio elaborado pelo chef incluía carne bovina, frango alimentado com milho, cordeiro e coelho.
Muick e Sandy chegaram à vida da rainha, conhecida pela sua proximidade com cães, como presentes das princesas Beatrice e Eugenie. Os dois permaneceram com Elizabeth até os últimos anos de sua vida e estavam entre os animais de estimação que acompanhavam a monarca em sua rotina.
Após a morte de Elizabeth, os cães foram entregues aos cuidados do príncipe Andrew e de Sarah Ferguson, que continuavam vivendo juntos no Royal Lodge apesar de terem se divorciado décadas antes.
Andrew chegou a cuidar dos animais durante o funeral da mãe, realizado em 19 de setembro de 2022. Desde então, porém, a vida dos dois cães passou por novas mudanças provocadas pelas mudanças na família real.
Em 2025, o rei Charles 3º retirou os títulos reais de Andrew e determinou que ele e Sarah Ferguson deixassem o Royal Lodge. O ex-casal decidiu seguir caminhos separados, e Muick e Sandy permaneceram com Andrew.
O ex-príncipe posteriormente se mudou para uma propriedade em Sandringham. Segundo a revista People, os cães também passaram a viver no local, depois de uma estadia temporária na Wood Farm.
Em fevereiro de 2026, Andrew foi detido sob suspeita de má conduta em cargo público. A polícia britânica investiga uma acusação relacionada ao suposto compartilhamento de informações confidenciais com Jeffrey Epstein durante o período em que Andrew atuou como enviado comercial do Reino Unido.
Ele foi liberado no mesmo dia após permanecer cerca de 11 horas na delegacia. Mais tarde, quando voltou a aparecer em público, Andrew foi fotografado justamente durante um passeio com Muick e Sandy pela propriedade de Sandringham.
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