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Conheça a cobra asiática que evita ameaças dando cambalhotas para fugir

Comportamento da cobra-de-junco-anã até era conhecido por cientistas, mas nunca tinha sido registrado como foi agora

Bichos|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma cobra do Sudeste Asiático, a cobra-de-junco-anã, adota cambalhotas para fugir de predadores.
  • O comportamento foi detalhado em um estudo na revista Current Biology e documentado em vídeo pela primeira vez.
  • A cobra inicia a cambalhota curvando o corpo em "C" e usando a cauda para impulso.
  • O estudo amplia o entendimento sobre métodos de locomoção animal e revela comportamentos surpreendentes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aos cientistas que se inspiram em movimentos de animais para criar veículos: aqui não, por favor Reprodução/Y. Kojima et al./Current Biology

Uma pequena espécie de cobra do Sudeste Asiático chamou a atenção da comunidade científica por adotar uma estratégia incomum para fugir de predadores: realizar cambalhotas em alta velocidade.

O comportamento foi detalhado em um estudo recente publicado na revista científica Current Biology.

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A protagonista da descoberta é a cobra-de-junco-anã (Pseudorabdion longiceps), uma espécie de pequeno porte que raramente ultrapassa 28 centímetros de comprimento.

Apesar de relatos anteriores de biólogos e registros fotográficos, esta é a primeira vez que o movimento foi documentado em vídeo de forma detalhada.

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Segundo os pesquisadores, cada cambalhota começa quando a cobra curva o corpo em formato de “C”, ergue a cabeça e direciona o movimento para a rota de fuga.

Em seguida, ela utiliza a cauda como uma espécie de impulso, levantando parte do corpo do chão e iniciando a rotação.

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A sequência é repetida rapidamente, permitindo que o animal se afaste do perigo de maneira eficiente.

Cobra Pseudorabdion saravacense tem maneira acrobática de se mover Yosuke Kojima

Para analisar o fenômeno, os cientistas utilizaram uma pista experimental com pouco mais de dois metros de comprimento, em que onze exemplares foram observados e filmados simultaneamente por câmeras posicionadas acima e ao lado do percurso, possibilitando a reconstrução detalhada da mecânica do movimento.

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A descoberta ajuda a ampliar o conhecimento sobre os diferentes métodos de locomoção desenvolvidos pelos animais ao longo da evolução e revela mais um comportamento surpreendente do mundo animal.

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