Na Argentina, um trem impressiona ao cruzar regiões tão altas que parecem até mesmo tocar as nuvens. A experiência combina paisagens únicas e uma boa dose de aventura.
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O nome surgiu de um documentário dos anos 60, que mostrava o trem a vapor misturando-se às nuvens. Reprodução
A viagem é impressionante e passa por paisagens deslumbrantes da Cordilheira dos Andes. Reprodução/YouTube
Outro ponto que chama a atenção no percurso é Puna Salteña, com destaque para a travessia do Viaduto La Polvorilla, uma obra-prima da engenharia. Casa Rosada/Divulgação
A ferrovia faz parte do Ramal C-14, projeto idealizado nos anos 1920 para ligar a Argentina ao Chile. Reprodução/YouTube
Foi idealizado pelo engenheiro alemão-argentino Josep Rauch e construído pelo norte-americano Richard Fontaine Maury entre 1921 e 1948. Domínio Público
Ao longo desses 27 anos, a obra exigiu cerca de 1.300 operários e enfrentou condições extremas, como a própria altitude. Flickr - Alicia Nijdam
A viagem começa em Salta, de ônibus, e passa por lugares históricos como a Quebrada del Toro e o Campo Quijano. Flickr - Mercedes Cárdenas
Na parada em El Alfarcito, que fica a 2.800 metros de altitude, os turistas podem experimentar costumes da cultura local, como tomar um café da manhã campestre. Wikimedia Commons/Sonia Barboza
O embarque no trem acontece a 3.775 metros de altitude, em San Antonio de los Cobres. Tren a las Nubes/Divulgação
Alguns cuidados devem ser tomados para evitar o chamado soroche ou Wikimedia Commons/ Fulviusbsas
Também é indicado beber muita água, evitar ingerir álcool e consumir chá de coca para ajudar na adaptação.
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Como a temperatura pode variar muito, o recomendado é usar roupas em camadas. Protetor solar, óculos de sol e chapéu devido à forte radiação solar também são dicas valiosas. Reprodução/YouTube
Apesar da altura impressionante, a ferrovia argentina não é a mais alta do mundo. Esse título pertence à Qinghai–Tibet Railway, na China, que chega a 5.072 metros no ponto mais alto. Wikimedia Commons/Windmemories