Dia Mundial do Pão celebra alimento que surgiu antes da agricultura
Comemorado em 16 de outubro, o pão atravessou rituais, revoltas e mudanças na cozinha até ganhar o balcão das padarias brasileiras

Eu tenho uma longa história com o pão. Além de amar pão, de comer pão em todas as horas do dia, meu primeiro curso de culinária, aos 14 anos, foi de croissant. Sei lá o que deu na minha cabeça naquela hora, mas achei que podia ser muito mágico aprender a fazer aqueles cornetinhos fofos e laminados.
Só posso dizer que desisti do croissant já na aula. Um baita trabalho absurdo! E haja braço. Fazíamos pão caseiro, daqueles de deixar crescendo, embrulhados no cobertor, de jogar a bolinha no copo e esperar subir. Eu queria alguma coisa diferente. Mas o croissant foi diferente demais para mim naquele momento.
O Dia Mundial do Pão é celebrado neste 16 de outubro, mas, para mim, poderia ser todo dia. Cada pão é um sabor, uma experiência sensorial diferente, mas todos têm o efeito mágico de derreter a manteiga quando estão quentinhos e espalhar migalha para todo lado.
O pão francês do café da manhã parece simples até a gente pensar no trabalho que existe entre um grão de trigo e aquela fornada. Moer, misturar, esperar a massa crescer, acertar o forno. Há milhares de anos, pessoas fazem essas operações, com ingredientes e ferramentas diferentes, para chegar a pães que podem ser finos como uma folha ou altos o suficiente para render um sanduíche.
Criado por iniciativa da União Internacional de Padeiros e Confeiteiros, o Dia Mundial do Pão divide o calendário com o Dia Mundial da Alimentação, ligado à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, a FAO. Ter o pão como alimento universal já é um reconhecimento e tanto.
A coincidência cabe bem num alimento que tem tanto a ver com prazer quanto com abastecimento. Antes de virar, escolha entre baguete, italiano ou fermentação natural. O pão já movia gente para trabalhar, negociar e reclamar quando faltava comida.
E a história começa bem antes das padarias e até da agricultura estabelecida. Em Shubayqa 1, no nordeste da atual Jordânia, foram encontrados fragmentos carbonizados de preparações semelhantes a pães achatados, feitos há cerca de 14.400 anos por caçadores-coletores.
A equipe da arqueobotânica Amaia Arranz-Otaegui identificou o uso de cereais silvestres e tubérculos. Já havia trabalho de triturar e preparar uma massa para assar. O pão, portanto, existia antes de grandes campos de trigo plantados para abastecer comunidades.
No Egito antigo, a panificação ganhou variedade de formas e presença cotidiana. Havia pães feitos em moldes, inclusive cônicos, e o alimento acompanhava os mortos: exemplares encontrados diante do caixão de Wah, em Tebas, hoje conservados no Metropolitan Museum de Nova York, foram deixados como oferenda há aproximadamente quatro mil anos.
A arqueóloga Delwen Samuel também identificou levedura em pães egípcios. Os padeiros já aproveitavam a fermentação muito antes de alguém conseguir explicar o que aqueles microrganismos faziam dentro da massa.
A explicação ajuda a entender o miolo: as leveduras produzem gás durante a fermentação, e a massa capaz de retê-lo cresce. No fermento natural, chamado também de levain, elas convivem com bactérias que participam da acidez e dos aromas.
Guardar uma porção de massa fermentada para alimentar a próxima fornada permite repetir o processo. É um saber construído com observação e prática, transmitido entre gerações.
O cereal também fazia parte da remuneração. No reinado de Ramsés III, os trabalhadores de Deir el-Medina, ligados à construção das tumbas reais, paralisaram as atividades depois de atrasos na entrega das rações de grãos.
O episódio está registrado no chamado Papiro da Greve, conservado no Museo Egizio, em Turim. Sem esses pagamentos, faltava o que levar à mesa. A falta de grãos interrompia tanto a alimentação quanto o trabalho.
As cidades romanas também deixaram outras pistas bem concretas. Em Pompeia, soterrada pela erupção do Vesúvio em 79 d.C., sobreviveram fornos, moinhos e pães carbonizados. Na padaria de Popidio Prisco, cinco mós de pedra vulcânica moíam os grãos antes do preparo e do assamento. A farinha era produzida ali mesmo. A estrutura ajuda a imaginar o volume de trabalho necessário para manter uma cidade abastecida.
Na Europa medieval, o tipo de cereal e o grau de peneiramento eram indicativos de qualidade. O pão branco de trigo tinha prestígio, enquanto os pães de centeio, cevada e misturas de grãos entravam em outras fornadas.
O historiador Christopher Dyer mostra que pessoas de menor renda também consumiam pão branco na Inglaterra. Séculos depois, a escassez continuava a provocar conflitos. Em outubro de 1789, mulheres marcharam de Paris a Versalhes para cobrar pão, numa mobilização que terminou com a família real levada para a capital.
O pão ganhou ainda funções que vão além da refeição. A matzá, sem fermentação, participa do Pessach judaico; o pão integra a eucaristia cristã. Na Armênia, o lavash, fino e flexível quando fresco, é colocado sobre os ombros dos recém-casados como desejo de prosperidade e fertilidade.
A Unesco reconhece o preparo desse pão como patrimônio cultural imaterial. São tradições em que o modo de abrir a massa, assar e repartir importa tanto quanto o alimento pronto, com técnicas aprendidas em casa e no trabalho coletivo.
No século XIX, a mecanização da moagem e a produção comercial de leveduras ampliaram a escala e a previsibilidade das fornadas. A ciência passou a explicar a fermentação, enquanto máquinas assumiam parte do esforço físico.
Em 1928, a máquina de Otto Rohwedder entrou em operação numa padaria do Missouri, nos Estados Unidos, para fatiar pães comercialmente. As fatias regulares facilitavam o preparo de torradas e sanduíches.
Com isso, o pão de forma embalado se consolidou como outra forma de comprar e consumir um alimento que já tinha uma história muito longa.
No Brasil, o cultivo de trigo chegou com a colonização portuguesa, no século XVI. Encontrou um território onde os povos indígenas já dominavam o cultivo e o processamento da mandioca, com suas farinhas e beijus.
Os portugueses também aprenderam a recorrer à farinha da terra quando o trigo faltava. Em São Paulo, portugueses se estabeleceram como padeiros e proprietários de pequenos negócios, presença registrada pelo Museu da Imigração. Mas não sabemos quem inventou o pão na chapa!
A referência francesa também entrou nas vitrines. A historiadora Thaina Schwan Karls localizou um anúncio de 1853 em que a Confeitaria Francesa, no Rio de Janeiro, oferecia pão de Paris, além de outras variedades. O registro mostra que o apelo já existia no século XIX, embora não permita igualar aquela receita ao pão francês atual.

Nosso pãozinho ganhou vida própria no balcão brasileiro, com casca fina, miolo macio e tamanho conveniente para receber manteiga, queijo ou o recheio do almoço. Hoje, esse pão divide espaço com fornadas de fermentação natural, massas com grãos e receitas trazidas por diferentes comunidades.
A panificação e a confeitaria faturaram R$ 164,12 bilhões em 2025, alta de 6,8% e equivalente a 1,29% do PIB, segundo o Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação. São mais de 332 mil empresas ativas, 47,5 milhões de visitas diárias a padarias e tíquete médio de R$ 36,61, segundo dados da AB Mauri, que já capacitou mais de 500 profissionais desde 2023 em sua Academia de Panificação e Confeitaria.
O pão movimenta R$ 19,4 bilhões em vendas no foodservice nos 12 meses encerrados em junho de 2026, segundo levantamento CREST, do IFB em parceria com a WISE Sales. O item aparece em 31% dos cardápios e tem 48% das ocasiões de consumo concentradas nas refeições matinais.
O brioche lidera os formatos encontrados nos cardápios, com 19%, seguido do pão artesanal, com 10%; o Sul tem a maior penetração regional, com 36% dos cardápios.
Johannes Roos, mestre padeiro e gerente de novos negócios da Nita, já percebe a onda da proteína chegando também aos pães. “Cada vez mais, os consumidores estão atentos à saúde e ao bem-estar, o que os leva a prestar mais atenção aos alimentos que consomem.
Fibras, grãos e, especialmente, proteínas têm ganhado destaque nesse contexto”, conta ele. “O pão se torna um importante aliado na busca por uma alimentação mais saudável.”
Eu já tive máquina de pão. Daquelas que deixam todos os pães com cara de kombi. Procurava variar bastante a receita, mas ela é boa até a hora de bater. Depois, o ideal é passar para o processo manual.
Mas eu dei a fábrica de pães para a minha mãe porque estava comendo pães demais! Sempre quentinho e com manteiga ou requeijão. Veja receitas abaixo para fazer seu pão caseiro.
Receitas de pão para fazer em casa
Rabanada assada com banana e canela
Receita de Divino Fogão
Ingredientes da rabanada: 6 pães franceses amanhecidos ou 12 fatias de pão; 2 bananas maduras; 2 ovos; 300 ml de leite; 3 colheres de sopa de açúcar; 1 colher de chá de essência de baunilha; 1 colher de chá de canela; e 2 colheres de sopa de manteiga ou margarina. Para finalizar: 2 bananas em rodelas, 2 colheres de sopa de açúcar, 1 colher de chá de canela e açúcar de confeiteiro opcional.
Modo de preparo: corte os pães em fatias de cerca de 2 cm. Amasse as bananas e misture-as com leite, ovos, açúcar, baunilha e canela. Passe rapidamente cada fatia nessa mistura, sem encharcar, e acomode em assadeira untada. Distribua a manteiga e as rodelas de banana, polvilhe açúcar e canela e asse a 180 °C por 20 a 25 minutos, virando as fatias na metade do tempo.
Pão de aveia com tomilho
Receita de Jasmine
Ingredientes: 4 ovos; 5 colheres de sopa de farinha de aveia; 2 colheres de sopa de aveia em flocos; 1 colher de sopa de psyllium; 1 colher de sopa de azeite; 1 colher de café de sal; tomilho a gosto; e 1 colher de sobremesa de fermento em pó.
Modo de preparo: bata os ovos com a farinha e os flocos de aveia. Adicione psyllium, azeite, sal e tomilho; misture e incorpore o fermento por último. Despeje em forma de bolo inglês untada com azeite e farinha de aveia, ou em formas individuais, e asse a 180 °C por cerca de 25 minutos.
Pão artesanal com alecrim e azeitonas, da chef Nayara Guimarães
Instituto Gourmet
Ingredientes: 500 g de farinha de trigo; 10 g de fermento biológico seco; 10 g de sal; 300 ml de água morna; 50 ml de azeite; 100 g de azeitonas pretas sem caroço e picadas; 2 colheres de sopa de alecrim fresco; e 1 colher de chá de açúcar.
Modo de preparo: misture farinha, fermento, sal e açúcar; junte água e azeite e sove por cerca de 10 minutos. Incorpore azeitonas e alecrim, cubra e deixe crescer por 1 a 1h30. Modele, descanse por mais 30 minutos e asse a 220 °C por 25 a 30 minutos.
Pão recheado de calabresa e queijo
Instituto Gourmet
Ingredientes da massa: 1 kg de farinha de trigo; 10 g de fermento biológico seco; 40 g de açúcar; 20 g de sal; 600 ml de leite morno; 100 ml de óleo; e 2 ovos. Recheio: 500 g de calabresa em cubos; 500 g de muçarela ralada; 150 g de cebola; e orégano.
Modo de preparo: misture fermento, açúcar e leite; junte ovos, óleo e sal e acrescente a farinha aos poucos. Sove por 10 minutos e deixe dobrar de volume. Refogue calabresa e cebola, abra a massa, distribua recheio, muçarela e orégano, enrole e deixe crescer novamente. Asse a 180 °C por 40 a 45 minutos. Rende cerca de três pães grandes ou 30 fatias.
Pão de ló com três ingredientes, da chef-confeiteira Claudia Genaro
Instituto Gourmet
Ingredientes: 4 ovos, 120 g de açúcar e 120 g de farinha de trigo.
Modo de preparo: unte e enfarinhe uma forma redonda; bata ovos e açúcar até obter creme claro e fofo; peneire e incorpore a farinha delicadamente; asse a 180 °C por cerca de 25 minutos.
Finna — pãozinho delícia e pão de liquidificador
Pãozinho Delícia com recheio de Catupiry
Origem: Finna.
Tempo de preparo: 2 horas. Rendimento: 40 pãezinhos.
Ingredientes: 1 kg de farinha de trigo Finna; 1 xícara de chá de água; 1 xícara de chá de leite integral; ½ lata de leite condensado; 3 ovos grandes; 200 g de margarina sem sal, derretida e fria; 1 colher de chá de sal; 3 colheres de sopa de fermento biológico seco; queijo ralado, margarina derretida e Catupiry a gosto.
Modo de preparo: bata no liquidificador todos os ingredientes, exceto a farinha, por três minutos. Transfira para uma tigela grande, cubra com um pano e deixe descansar por dez minutos. Acrescente aos poucos a farinha peneirada e misture com uma colher de pau, sovando de baixo para cima e de fora para dentro, até obter uma massa homogênea, elástica e com bolhas; adicione mais farinha se necessário. Cubra com um pano seco e deixe crescer até dobrar de volume. Com as mãos untadas de margarina, modele os pãezinhos e disponha-os em assadeira untada com óleo e farinha. Deixe crescer novamente até dobrar de volume. Asse a 200 °C por cerca de dez minutos, mantendo a massa clara. Depois que esfriarem, faça um corte em cada pão, recheie com Catupiry, pincele margarina derretida e finalize com queijo ralado. Para congelar os pães crus, acomode-os em uma assadeira; antes de assar, retire bem a umidade com papel-toalha.
Manu Buffara — pão de banana e pão pita
Tempo de preparo: 1h05. Rendimento: 8 porções. Dificuldade: fácil.
Ingredientes: 2 bananas maduras grandes amassadas (240 g); ½ xícara de chá de manteiga de amendoim (130 g); ¼ de xícara de chá de mel (60 ml); 1 ovo; 1 colher de chá de essência de baunilha (5 ml); 1 xícara de chá de farinha de trigo (120 g); 1 colher de chá de bicarbonato de sódio (5 ml); 1 pitada de sal (1 g); manteiga ou óleo para untar; e amendoim torrado picado a gosto, opcional.
Modo de preparo: preaqueça o forno a 180 °C e unte uma forma de pão. Em uma tigela, misture as bananas, a manteiga de amendoim, o mel, o ovo e a baunilha até obter um creme homogêneo. Em outro recipiente, junte a farinha, o bicarbonato e o sal. Incorpore os secos aos ingredientes úmidos, mexendo delicadamente até formar uma massa uniforme. Despeje na forma e asse por 45 a 50 minutos, até dourar e um palito inserido no centro sair limpo. Deixe esfriar antes de desenformar, finalize com amendoim torrado se desejar, corte em fatias e sirva.
Qualy — pão caseiro e pão francês na air fryer
Pão caseiro com batata
Origem: Qualy.
Tempo de preparo: 60 minutos. Rendimento: 20 porções.
Ingredientes: 200 g de purê de batata, equivalente a uma batata grande; 10 g de fermento biológico seco; 5 g de açúcar; 5 g de sal; 200 ml de leite; 600 g de farinha de trigo; 60 g de Qualy Cremosa; 2 ovos; 40 g de óleo; e 1 gema para pincelar.
Modo de preparo: em uma tigela ou bacia grande, misture bem o açúcar e o fermento. Adicione os ovos e mexa. Acrescente Qualy Cremosa, o óleo, o sal e o purê de batata. Junte a farinha e adicione o leite aos poucos enquanto sova. Trabalhe a massa por cerca de dez minutos, até ficar lisa e homogênea. Cubra e deixe descansar por dez minutos. Divida em aproximadamente 20 bolinhas, acomode-as em uma forma, cubra e deixe crescer por mais 40 minutos. Pincele com a gema e asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 35 minutos ou até dourar.
Roteiros para o dia do pão
Brasil e mais de uma cidade
Azul e Qualycon | site oficial – Desde outubro, o pão de queijo integra regularmente o café da manhã e o lanche da tarde de todas as rotas internacionais da Azul com origem no Brasil. A novidade é produzida em parceria com a Qualycon, e a companhia estima consumo de 48 mil unidades por mês.
Boulangerie Carioca | site oficial – O bistrô oferece pão multigrãos de fermentação natural (R$ 29,90), pão de abóbora com grãos (R$ 28,90), sanduíche Lyon na ciabatta com salame, muçarela, tomate seco e rúcula (a partir de R$ 38) e Croque Monsieur com gruyère, presunto e béchamel (R$ 36). A marca mantém unidades na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e no Jardim Paulista, em São Paulo.
Dona Deôla | site oficial – A rede realiza até 30 de novembro a campanha “Onde o dia a dia vira recordação”, com raspadinha, roleta para compras a partir de R$ 100, comemorações por unidade e distribuição do Bolo 30 Anos. A empresa informa vender cerca de 1,15 milhão de pães franceses por mês. As lojas de rua ficam na Pompéia, Alto da Lapa, Higienópolis e Saúde, em São Paulo, e na Granja Viana, em Cotia; serviço e horários no site oficial. Na seleção de São Paulo, o pão francês na chapa custa a partir de R$ 7,10.
Food To Save | site oficial – Até 16 de outubro, o aplicativo mantém uma seleção de sacolas de padarias com descontos superiores a 60%. Quem fizer dois pedidos na modalidade retirada em padarias participantes recebe em 19 de outubro um cupom de R$ 10 para uso no aplicativo. A oferta depende da disponibilidade das Sacolas Surpresa.
Frango Assado | site oficial – A rede destaca seu pão de semolina, cuja fermentação é feita nas próprias unidades e pode levar até 12 horas, seguida de assamento em forno de lastro. O produto é vendido na chapa, em sanduíches, com acompanhamentos doces ou ovos mexidos. O Frango Assado tem 23 lojas próprias em rodovias do estado de São Paulo.
Padaria Brasileira | site oficial – A rede de 73 anos informa comercializar cerca de 300 mil pães franceses por mês, ou aproximadamente 10 mil por dia, e mantém no portfólio receitas tradicionais e de fermentação natural. As unidades ficam no Grande ABC paulista. A Pesquisa Nacional da Panificação 2025/FIPAN aponta consumo anual de 29,3 kg de pão por brasileiro.
Paderrí | site oficial – A marca do Grupo Norac Foods reúne Pão Brioche Fatiado, Pão de Leite Brioche, Pão Brioche Trançado e Burguer Brioche. Segundo dados da Scanntech divulgados pela marca, o Pão de Leite Brioche cresceu 53% em volume e 56% em giro no Sul e Sudeste no acumulado até setembro de 2025.
Pão da Vida | site oficial – A campanha do Sampapão vende o Pão da Vida por R$ 10 em padarias participantes da campanha do sindicato paulista e destina R$ 5 de cada unidade à AACD. A receita foi criada pelo chef Hallyson Cezar e pela Escola IDPC; o produto é identificado por rótulo próprio. A ação já está em vigor e tem 16 de outubro como data de destaque.
Ráscal | site oficial – O pão de calabresa integra o buffet da rede.
Campo Grande MS
Tasto Forneria | @tastoforneria – Prepara pão de calabresa com massa de pizza, muçarela e calabresa.
Rio de Janeiro RJ
Araucária | @araucariapaes – Na Lapa, a padaria carioca oferece baguette (R$ 10), sourdough (R$ 22) e integral com crosta de grãos (R$ 27). A novidade é o gougère, clássico francês feito com pâte à choux e um mix de queijos meia cura, Vó Gilda e parmesão, vendido a R$ 16 por três unidades.
Balcão 201 | @balcao201 – A schiacciata de fermentação natural aparece em aperitivos e sanduíches de R$ 68 a R$ 85.
Café da Carol | @cafedacaroloficial – A seleção de pães reúne brioche, sourdough, integral, pão de milho e toasts.
Capricciosa | site oficial – Serve bruschettas a partir de R$ 25 e focaccias a partir de R$ 39.
Dianna Bakery | @diannabakery – Na Tijuca, a padaria reúne o Eggs & Bacon, brioche com pasta fria de ovos e farofa de bacon (R$ 29); o Bem Casado, misto quente no sourdough (R$ 29); e o Tijucroque, croque-monsieur no brioche com muçarela, cream cheese, peito de peru defumado, pesto e parmesão maçaricado (R$ 39).
La Villa | site oficial – A seleção reúne baguette (R$ 15), ciabatta (R$ 10), integral (R$ 22), focaccia (R$ 18) e brioches a partir de R$ 29.
Puli Trattoria | @puli.trattoria – No happy hour, a casa da Gávea serve focaccia de longa fermentação com berinjela grelhada, tomate fresco e creme de castanhas (R$ 42); batata chips ou salada podem ser acrescentadas por R$ 9.
Sobrado da Cidade | site oficial – No Centro do Rio de Janeiro, o restaurante prepara diariamente os pães do couvert Bernardo & Motta (R$ 49): brioche tradicional, brioche de milho, baguete multigrãos, pão australiano e ciabatta. A cesta acompanha queijo canastra, salame de javali, tomate confit, goiabada e manteiga clarificada. A produção é conduzida pela equipe da chef Alice Isha.
The Slow Bakery | @theslowbakery – A padaria artesanal do Rio de Janeiro, comandada por Rafa Brito Pereira, trabalha com pães inspirados no sourdough californiano e fermentação de até 30 horas. O Slow Sourdough custa R$ 45 por 1 kg. A seleção inclui o Pão Cranberry, com amêndoas e cranberry (R$ 41 por 700 g), o Pão de Forma da Casa, com farinha italiana, manteiga, buttermilk, leite e mel (R$ 50 por 800 g), e o Pão de Forma Integral, feito com iogurte da casa e farinha da Fazenda Vargem (R$ 41 por 800 g). As unidades ficam em Botafogo e no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
São Paulo SP
Academia do Pão | @academiadopao – A padaria artesanal do Paraíso, em São Paulo, celebra dez anos com a abertura de um novo salão em 17 de outubro, das 14h às 18h, com degustação e apresentação musical. A casa informa produzir cerca de cinco toneladas de pão por mês e oferecer aproximadamente 22 tipos de fermentação natural. Dois pães serão lançados no aniversário, um deles reunindo os seis sabores mais pedidos. Rua Afonso de Freitas, 662; WhatsApp (11) 99139-7117.
Bella Paulista | site oficial – Na Rua Haddock Lobo, 354, funciona 24 horas e vende pão na chapa com manteiga a R$ 9,50, pão de queijo a R$ 18 e pão com requeijão a R$ 25.
Café Girondino | @cafegirondino – Na Rua Boa Vista, 365, serve pão na chapa a R$ 12, croissant a R$ 19 e caprese na focaccia a R$ 44.
Chef Aprendiz | site oficial – O Instituto Fadaris abriu inscrições para o Curso Intensivo Panificação e Pizza Básico, gratuito e presencial. A formação começa em 26 de outubro, dura dois meses e reúne 20 encontros, às segundas, terças e quartas-feiras, das 14h às 18h, na Casa Chef Aprendiz, em Santo Amaro. O programa inclui fundamentos de cozinha profissional, fermentação de pães e pizzas, diferentes estilos de pizza, material e certificado. O projeto informa que já formou mais de 300 pessoas e que cerca de 70% dos participantes foram inseridos no mercado de trabalho.
Feira Sem Glúten São Paulo | site oficial – O Festival Primavera Sem Glúten acontece em 17 e 18 de outubro, das 10h às 18h, com pães, massas, biscoitos, salgados, doces e congelados. A feira reúne mais de 30 expositores, é pet friendly para animais de pequeno porte e terá atividades infantis. Ingressos: R$ 13 a meia e R$ 26 a inteira, mais taxa da plataforma; crianças de até 5 anos não pagam. Pátio Guedala Bosco, rooftop, 3º piso, Avenida Comendador Adibo Ares, 129, Morumbi, São Paulo; venda pelo Megapass.
Feliciana Pães e Outras Histórias | @feliciana.paes – Em Pinheiros, o Brasileirinho, preparado no brioche, custa R$ 36.
Forneria & Cia | @forneriacia – Em Perdizes, o pão com requeijão de corte custa R$ 26,90.
Joya Boulangerie | @joyaboulangerie – A padaria da chef Isabela Honda, na Vila Madalena, trabalha com levain cultivado na casa, farinhas francesas e fermentação de até 24 horas. A seleção inclui Sourdough Alecrim e Azeite (R$ 34) e Centeio com Gorgonzola (R$ 38) às terças; Sourdough Mostarda (R$ 42) às quartas; Integral com Nozes (R$ 38) e Cacau e Cranberry (R$ 32) às quintas; e Azeitona e Limão-Siciliano (R$ 36) e Centeio, Nozes e Laranja (R$ 38) às sextas. A produção média informada é de 780 pães por mês.
Le Cordon Bleu Brasil | site oficial – A escola oferece Oficina de Pães em 22 e 23 de outubro; Levain e Fermentação Natural em 29 e 30 de outubro; Pães Italianos e início do Básico Boulangerie em 3 de novembro; e Pães Doces em 28 de novembro, na unidade de São Paulo. A agenda de cursos curtos apresenta opção de lista de espera. A programação aborda tradições como brioche, croissant e baguette e a influência da boulangerie francesa sobre o pão francês brasileiro.
Le Pain Quotidien | site oficial – A cesta de pães artesanais custa R$ 46; o pão na chapa, R$ 15; e a viennoiserie, a partir de R$ 15.
Mirá Padaria Autoral | @mira.spp – Em Pinheiros, a padaria mistura referências japonesas, brasileiras e latino-americanas e trabalha com shokupan, missô e koji.
Momonoki | site oficial – Na Vila Madalena, serve shiopan a R$ 16 e Ebi Katsu Sando no shokupan a R$ 65.
Mundo Pão do Olivier | site oficial – Na República, o P72, pão de fermentação de 72 horas, custa R$ 9,80.
Nouzin | site oficial – Em Pinheiros, serve pão de queijo a R$ 12, tostex a R$ 27 e brioche na chapa a R$ 13.
Petite Fleur | site oficial – A coleção de Natal traz panettones de Pistache, Trufado e Brigadeiro com Crocante de Nutella a R$ 335 por 1 kg; mini panettone a R$ 95 por 150 g; versões tradicionais de frutas cristalizadas ou gotas de chocolate a R$ 155 por 500 g; e Panettone Bites a R$ 85 por 120 g. Encomendas até 15 de dezembro ou enquanto durarem os estoques pelo site oficial. Rua Guararapes, 1446, Brooklin, São Paulo; (11) 3805-3351.
Sampapão | site oficial – No dia 16 de outubro, a partir das 7h, o Sampapão distribuirá gratuitamente 20 mil pães franceses em frente à Fiesp. A estrutura terá mostruário e espaço para fotos. A ação acontece na Avenida Paulista, 1313, em São Paulo.
Zestzing Padaria Artesanal | @zestzing_padaria_artesanal – A padaria de Claudia Rezende oferece pães de longa fermentação natural, viennoiserie e pandoro. Os Pães de Campagne custam de R$ 35 a R$ 37; ciabatta e baguete, R$ 17; Challah, R$ 37; Shokupan, R$ 33; Rugbrød, R$ 29; e croissant tradicional, R$ 17. Alameda Tietê, 496, Jardim Paulista, São Paulo; terça a sexta, das 11h às 18h, e sábado, das 9h às 14h; pedidos pelo WhatsApp (11) 94340-9515.
Serra Negra SP
Panne Padaria e Confeitaria Artesanal | @pannepadaria – A padaria de Serra Negra produz sem pré-misturas mais de dez variedades, entre filão italiano, multigrãos, pão de gorgonzola com nozes, focaccias, brioches e pães de fermentação natural. Rua dos Italianos, 51, Residencial Serra Negra; domingo a sexta, das 7h às 21h, e sábado, das 7h às 22h.
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