Karen Bachini rebate influenciadora que a chamou de ‘suja’ para vender curso de imagem pessoal
Maquiadora afirma que teve sua aparência usada como exemplo negativo e questiona o uso comercial de sua imagem sem autorização
Cronicamente Online|Do R7

A influenciadora de beleza Karen Bachini publicou um vídeo nas redes sociais, após descobrir que sua imagem havia sido utilizada por uma criadora de conteúdo, especializada em imagem pessoal, como exemplo do que ela classificou de uma aparência que transmite sensação de “sujeira” e “desorganização”.
Segundo Karen, a autora do conteúdo resgatou uma polêmica antiga envolvendo sua aparência para promover o próprio perfil e divulgar um curso voltado para construção de imagem pessoal e ascensão profissional.
No vídeo citado por Karen, a especialista analisa fotografias da influenciadora e afirma que elementos como cabelos com frizz, volume visual, brilho na pele, excesso de informações estéticas e uma composição considerada “caótica” poderiam gerar, de forma inconsciente, uma percepção de desorganização.
A autora do conteúdo ressalta que não estaria afirmando que Karen seria uma pessoa suja, mas que sua imagem comunicaria essa impressão para parte do público.
A análise é utilizada como gancho para a divulgação de um treinamento sobre posicionamento visual e construção de imagem profissional. Em determinado momento, a criadora do curso afirma que a forma como as pessoas são percebidas pode influenciar oportunidades e crescimento profissional.
Ao responder ao vídeo, Karen contestou a ideia de que percepções sobre beleza, organização ou limpeza seriam universais. Segundo ela, a maneira como uma pessoa é vista é resultado de fatores culturais, sociais e individuais, variando de acordo com a experiência de cada observador.
A influenciadora também questionou o uso de sua imagem em uma peça que, segundo sua interpretação, possui finalidade comercial. Ela afirmou que existe diferença entre comentar ou reagir ao conteúdo de uma personalidade pública e utilizar sua imagem para promover produtos, serviços ou cursos.
“Uma coisa é fazer um react de forma respeitosa. Outra coisa é usar a imagem dessa pessoa para vender algum tipo de serviço ou produto”, afirmou.
Outro ponto levantado por Karen foi a associação entre determinados estilos visuais e sucesso profissional. Durante a resposta, ela relembrou que construiu sua carreira mantendo características que se tornaram marcas registradas de sua identidade digital, como cabelos coloridos, textura natural dos fios e vídeos gravados com aproximações que evidenciam detalhes reais da pele.
A criadora de conteúdo argumentou ainda que sua trajetória profissional contradiz a ideia de que apenas pessoas enquadradas em determinados padrões estéticos conseguem alcançar reconhecimento ou prosperar profissionalmente.
Além das críticas ao conteúdo, Karen afirmou que o uso comercial de sua imagem sem autorização pode gerar questionamentos jurídicos e aconselhou criadores de conteúdo a buscar autorização prévia antes de utilizar a imagem de terceiros em materiais promocionais.
Assista ao vídeo com o posicionamento de Karen e entenda a polêmica:
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