Gêmeas siamesas não resistem à última cirurgia de separação
Gêmeas siamesas desapareceram durante aquela que era a sua última cirurgia para a separação.
Bebê Mamãe|Do R7

As gêmeas siamesas Heloísa e Helena partiram durante a sua quinta e última cirurgia de separação. As meninas tinham dois anos e sete meses e partiram no último sábado (15). Elas foram operadas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Nesta segunda-feira (17), a mãe Claudilene Aparecida dos Santos desabafou sobre a partida de suas filhas. Ela desabafou dizendo: “Filhas, minhas eternas saudades. Mamãe ama vocês duas daí do céu”. O velório e o enterro de Helena e Heloísa ocorreram na tarde de domingo (16) em São José dos Campos (SP), cidade na qual a família vive.
As gêmeas nasceram unidas pelas cabeças e partiram naquela que era a última cirurgia de separação. A cirurgia havia começado na manhã do sábado (15). Segundo o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, o óbito foi confirmado depois de 15 horas de cirurgia. Esta cirurgia contou com a participação de mais de 50 profissionais de saúde e de apoio. A exata causa da morte das meninas não foi divulgada até o momento.
Gêmeas passaram por cinco cirurgias em um ano
As gêmeas siamesas Heloísa e Helena estavam passando pela sua quinta cirurgia. O primeiro procedimento foi realizado em agosto de 2025. Desde o início, a equipe médica escolheu dividir a separação das meninas em etapas, o objetivo disso era reduzir os riscos e preparar as estruturas estavam sendo compartilhadas pelas irmãs.
Na primeira cirurgia realizada no dia 23 de agosto de 2025, foi concluído 25% da separação. Já a segunda cirurgia aconteceu em novembro e durou dez horas. A terceira cirurgia foi em 28 de fevereiro deste ano e os médicos haviam conseguido 75% de separação do cérebro e dos vasos sanguíneos que eram compartilhados pelas meninas.
A quarta cirurgia ocorreu no dia 21 de março deste ano. E o objetivo dela foi colocar bolsas expansoras para aumentar a quantidade de pele disponível das cabeças das gêmeas. Isto era importante para que na quinta e última cirurgia os médicos conseguissem fazer a separação definitiva.


















