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Mãe da jovem que partiu ao pular sem corda fala pela 1ª vez

A mãe da jovem Maria Eduarda Rodrigues Freitas falou após ela ter caído da ponte sem corda.

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Bebê Mamãe|Do R7

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Mãe da jovem Maria Eduarda Rodrigues Freitas falou Reprodução: Redes Sociais

A mãe da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas que partiu com apenas 21 anos depois de ter pulado de uma ponte sem corda durante a prática do rope jump se pronunciou pela primeira vez. Val Rodrigues fez uma publicação nas redes sociais e mostrou fotos de sua filha.

O caso da jovem Maria Eduarda causou repercussão em todo o mundo. Maria Eduarda foi jogada da Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre as cidades de Limeira e Cordeirópolis, ambas no interior de São Paulo.


O caso ocorreu no último sábado (13). Maria Eduarda foi lançada por três homens desta ponte, na prática que deveria ser o rope jump (salto com corda), porém, eles se esqueceram de amarrar a corda nela! Assim, Maria Eduarda caiu sem nenhuma corda de uma altura de 40 metros diretamente no chão. A jovem partiu ainda no local, conforme foi constatado pelos Bombeiros e SAMU.

Mãe da jovem que partiu comove com desabafo


A jovem Maria Eduarda tinha apenas 21 anos, era natural de Jandira, na Grande São Paulo. Ela era formada em educação física e gestão esportiva. Maria Eduarda compartilhava nas suas redes sociais a sua paixão por esportes e atividades ao ar livre. Ela trabalhava em uma academia em Jandira.

Apenas horas antes de partir, a jovem mostrou que estava no local do salto. Ela compartilhou fotos com suas pulseiras de identificação e ainda brincou. Em uma das postagens no local do salto, ela escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???”.


Neste domingo (14), a mãe de Maria Eduarda, Val Rodrigues, desabafou. Ela compartilhou duas fotos da filha em suas redes sociais. Val Rodrigues então disse: “Aquela m*** corda! Te levou para sempre de mim”.

A mãe ainda escreveu para sua filha. Ela desabafou: “Minha filha amada, você se foi e aqui só resta dor e saudade. Te amo para sempre!”.


Em uma outra postagem nas redes sociais de anos atrás, Val se declarou para seus três filhos e falou sobre sua alegria em ser mãe deles. “Meus filhos são o melhor de mim e a certeza de que na vida fiz algo de perfeito”.

A jovem foi velada na manhã deste domingo (14) no Velório Municipal de Jandira. O enterro aconteceu em seguida, no Cemitério Municipal da mesma cidade.

Homens que jogaram a jovem não souberam explicar o que houve

Nas redes sociais existem diversas imagens do momento que a jovem Maria Eduarda foi jogada. Os três instrutores que aparecem nas imagens a carregando e jogando foram detidos ainda no sábado (13) pouco após o ocorrido.   

Os três homens são Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos. Eles foram autuados em flagrante por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

Nas imagens das redes sociais, estes homens aparecem usando camisetas das empresas “Entre Cordas” e Ih Voei”. Porém, de acordo com a polícia civil estes nomes são de grupos informais de praticantes do Rope Jump, não havendo uma empresa oficial por trás deles.

Os homens que aparecem no vídeo empurrando a jovem usavam camisetas das marcas “Entre Cordas” e “Ih Voei”. Segundo a polícia, os nomes são de grupos informais de praticantes, e não há empresas oficiais por trás da operação.

Além disso, ainda de acordo com os investigadores, estes homens não tinham nenhuma autorização para realizarem estes saltos na região. Mesmo sem terem a permissão legal para uso do espaço, eles reuniram 100 pessoas no sábado (13) para saltarem.

Os três homens não souberam explicar para a polícia o motivo de terem esquecido de amarrar a corda em Maria Eduarda. Eles também alegaram que não se lembravam de quem era a obrigação de amarrar a corda. Os homens não souberam dizer por que não houve uma checagem final antes de terem empurrado a jovem.

O rope jump (pulo com corda, em inglês) é um esporte no qual o praticante salta de lugares bem altos amarrado a um sistema de cordas parecidos com os da escalada. Diferentemente do bungee jump, que usa cordas elásticas que fazem a pessoa “quicar”, o rope jump interrompe a queda de uma forma mais controlada. De modo que a pessoa balança de um lado para o outro.  O caso continua sendo investigado e testemunhas vão ser ouvidas.

Mãe de Maria Eduarda Rodrigues Freitas falou Reprodução: Redes Sociais
Mãe da jovem Maria Eduarda Rodrigues Freitas mostrou esta foto dela Reprodução: Redes Sociais
Jovem mostrou esta foto pouco antes Reprodução: Redes Sociais
Fotos que a jovem mostrou pouco antes Reprodução: Redes Sociais

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