O que a mãe da menina Samyra fez com ela é revelado e choca
Novas descobertas sobre o caso da menina Samyra vieram à tona e outra pessoa foi detida.
Bebê Mamãe|Do R7

As investigações da partida da menina Samyra Roberta Almeida tiveram novos desdobramentos impressionantes. A garota de somente 10 anos foi encontrada sem vida em sua casa em Peruíbe, litoral de São Paulo, no dia 10 de agosto.
A mãe da menina Samyra, Angélica de Lima Tenório, foi presa pela Polícia Civil de São Paulo na última terça-feira (25) em Peruíbe. E na última sexta-feira (28), João dos Santos, 74 anos, também foi preso. João era vizinho de Samyra e juntamente com o filho de 47 anos e a mãe da criança a levou para o hospital após ela ter sido achada desfalecida.
Tanto a mãe de Samyra quanto o vizinho estão sendo investigados por seu envolvimento na partida da criança. A menina de apenas 10 anos foi encontrada pelo irmão caçula sem vida em um cômodo da sua casa. Ela estava, aparentemente, enforcada com uma coleira.
A delegada responsável pelo caso, Izabela Coelho, falou para o VNews sobre o que as investigações buscam entender. “A investigação visa averiguar as circunstâncias da morte suspeita, se foi um suic***, uma morte acidental ou até mesmo se houve intervenção de terceiros. Considerando a possibilidade de suic*** não é comum uma criança de dez anos chegar nessa situação. Então, precisa ser averiguado se houve omissão por parte dos responsáveis, quais circunstâncias, contexto familiar que levou a criança a tirar sua vida”, disse.
Menina Samyra não frequentava a escola
Em conversa com a RecordTV dias antes de ser presa, a mãe da menina Samyra tentou alegar que sua filha tinha a vida de uma criança comum. “Minha filha sempre foi uma menina alegre, gostava de brincar, dançar. Era brincalhona, uma criança!”, disse Angélica.
Porém, a delegada Izabela Coelho revelou que as investigações mostraram que a vida de Samyra era bem diferente de uma criança comum. Para começar, ela praticamente não frequentava a escola. “A escola que a Samyra estava matriculada, era uma aluna pouquíssimo presente, praticamente ausente. Pouquíssimas presenças durante o ano letivo, situação semelhante a do irmão caçula. Ela estava há alguns meses sem aparelho celular que tinha sido danificado pela genitora, tinha uma vida social bastante restrita, não era vista com amiguinhas, pessoas de idade próxima”, disse a delegada.
Para a RecordTV a delegada ainda revelou que a mãe levava a menina a locais inapropriados. “Era sempre ou dentro da casa ou em lugares de reputação duvidosa na presença da mãe durante a madrugada. Testemunhas confirmam que elas eram vistas junto de outros homens, homens bem mais velhos. Consumindo bebidas alcoólicas, drogas. A própria criança segurando o que os populares chamam de copão, com mistura de energético, bebidas alcoólicas. Então, há indício de exploração desta criança por parte da genitora”.
A delegada ainda falou sobre a mãe da menina. “As informações eram congruentes no sentido de que a genitora frequentaria lugares de reputação duvidosa, até ponto de tráfico, junto com a pequena criança. Durante a madrugada, a mãe, e isso é confirmado, ela é usuária de drogas. Esta criança não estava frequentando a escola. Testemunhas confirmam que elas eram vistas juntas de outros homens, homens bem mais velhos, consumindo bebidas alcoólicas, drogas”.
A delegada ressaltou que há indícios de que a menina era explorada por sua mãe. “Há indícios de exploração se** desta criança por parte da genitora, e esta genitora foi presa na data de ontem, prisão temporária. Para preservar as diligências seguintes. Até porque há uma contradição em relação a alteração da cena do crime, limpeza do local antes da chegada da perícia”.
A delegada também explicou que vários itens foram apreendidos e estão sendo investigados. “Temos celulares apreendidos, tanto da genitora quanto dos vizinhos. DVDs encontrados no local. todos esses objetos foram encaminhados para o instituto de criminalistas. Foram coletados materiais genéticos da cena do crime e dos três investigados. Pode haver mais prisões, mas depende do transcorrer das investigações”.
A delegada falou sobre o motivo da prisão da mãe da menina Samyra. “A genitora está presa temporariamente, esta prisão pode ou não ser prorrogada, dependendo das investigações e decisão do juiz competente. E a prisão temporária ela tem por requisito indícios de materialidade do crime investigado. E a necessidade de prisão para as investigações. Eu representei pela prisão entendendo que a permanência em liberdade da genitora poderia ser prejudicial por uma série de fatores e o juiz competente também entendeu”.


















