Carly Simon: quem é a cantora de ‘You’re So Vain’ diagnosticada com Parkinson e câncer
Artista, que já venceu o Grammy, Oscar e Globo de Ouro, explicou que se afastou dos holofotes para cuidar da saúde
Famosos e TV|Do R7
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A cantora e compositora americana Carly Simon, de 83 anos, quebrou o silêncio após anos longe dos holofotes e revelou que foi diagnosticada com doença de Parkinson, além de ter enfrentado um câncer de pele no rosto.
Conhecida por sucessos como You’re So Vain, considerada pela Billboard uma das 100 maiores músicas de todos os tempos, Carly é um dos nomes mais importantes da música americana. Apesar da doença, ela afirmou que não parou de trabalhar e está se preparando para lançar Comes in Waves, seu primeiro álbum original completo desde 2008.
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Carreira e prêmios
Nascida em Nova York, em 25 de junho de 1943, Carly Elisabeth Simon iniciou a carreira no fim dos anos 1960 ao lado da irmã Lucy, mas ganhou projeção internacional na década seguinte com o trabalho solo. Seu álbum de estreia lhe rendeu o Grammy de Artista Revelação em 1972.
Ao longo da carreira, emplacou clássicos como Nobody Does It Better, tema do filme 007 - O Espião Que Me Amava, e Let the River Run, do filme Uma Secretária de Futuro. A última canção lhe rendeu um Grammy, Oscar e Globo de Ouro.
Além da doença neurológica, Carly também precisou tratar um carcinoma basocelular no rosto. O câncer foi removido por cirurgia, mas ela disse que as mudanças em sua aparência aumentaram a insegurança de voltar a aparecer em público. Sua última apresentação ao vivo aconteceu em 2018, e uma das últimas aparições públicas foi em 2019.
“Muitas pessoas me escreveram, gentilmente curiosas sobre meu relativo silêncio, perguntando como estou e o que tenho feito. A verdade é que tenho aprendido a conviver com a doença de Parkinson”, revelou a artista à revista People. “Levei algum tempo para entender o diagnóstico, me adaptar a ele e decidir o quanto eu queria falar sobre isso publicamente. O Parkinson é diferente para cada pessoa e pode ser imprevisível. Alguns dias estou tão cansada que não consigo fazer nada. Em outros, me dá um pouco mais de espaço para me movimentar, pensar, trabalhar e me sentir eu mesmo.”
“Continuo escrevendo, cantando, imaginando, rindo, me preocupando, relembrando e, ocasionalmente, ficando presa em uma poltrona confortável”, continuou. “Em meio a tudo isso, comecei a gravar um novo álbum, Comes in Waves. Isso ainda me parece misterioso. A música sempre soube a hora de chegar. Ela me salvou mais vezes do que consigo contar.”


















